Laudas Críticas

Ceticismo com aspas e sem aspas

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Gostei das aspas aplicadas pelo jornalista Marcelo Leite à palavra “céticos”, hoje, em sua coluna no caderno dominical “Mais!”, na Folha de S. Paulo (“Climagate“, pág. C-5), ao se referir aos opositores da tese da origem antropogênica do aquecimento global, ou seja, de que as ações humanas estão intensificando o efeito estufa, pondo em risco o equilíbrio climático do planeta. Ele abre seu texto com o seguinte parágrafo:

A uma semana da conferência sobre mudança do clima em Copenhague, os “céticos” do aquecimento global marcaram um tento. Conseguiram meter uma cunha na credibilidade dos que defendem que ele é uma realidade e que a ação do homem (“antropogênica”) é decisiva para agravar o efeito estufa.

O colunista se refere ao chamado “climagate”, o caso dos hackers que puseram na internet milhares de mensagens e outros documentos de um servidor da Unidade de Pesquisa do Clima, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido.

Segundo o jornalista, esse material não comprova nenhuma conspiração dos adeptos do aquecimento global para distorcer dados, mas mostra alguns golpes baixos, como dificultar o caminho de seus opositores — que são os tais “céticos” — para publicar estudos em revistas científicas de prestígio. O assunto rendeu ainda ontem (sábado, 28/11), uma interessante reportagem no New York Times, “Hacked E-Mail Data Prompts Calls for Changes in Climate Research“.

Deixemos para outro momento o assunto do aquecimento global. Meu foco nesta postagem está no uso do termo “cético” não só nessa questão, mas também em outros temas no âmbito da divulgação científica, como o confronto entre evolucionistas e criacionistas.

Na imprensa nacional e internacional, a palavra “cético” tem sido usada com muita freqüência com o significado de descrente em relação a uma idéia ou tese específica. Por exemplo, têm sido chamados de “céticos do darwinismo” aqueles que são partidários do criacionismo, da mesma forma como os evolucionistas são chamados de “céticos do criacionismo”. A expressão ainda não adquiriu o significado de opositor, mas não está longe disso.

Nos dicionários

Antes de mais nada, vejamos o que consta em alguns dicionários. No Aurélio, por exemplo, o verbete “cético” remete a “céptico”, que, por sua vez, dispõe o seguinte:

[Do gr. skeptikós, pelo lat. scepticu.] Adj. 1. Que duvida de tudo; descrente. 2.Filos. Pertencente ou relativo ao cepticismo. 3. Filos. Diz-se do partidário do cepticismo. • S.m. 4. Indivíduo céptico. 5. Filos. Partidário do cepticismo.

Em outro léxico, o Houaiss, temos para “cético”:

adj.s.m. (1702 cf. Num Voc) 1. diz-se de ou o partidário do ceticismo. 2. p.ext. que ou aquele que não confia, duvida; descrente. 3. pertencente ou relativo ao ceticismo <argumento, comportamento c.> • ETIM gr. skeptikós,ê,ón ‘que observa, que reflete’, do v.gr. sképtomai ‘olhar atentamente, observar, examinar, meditar, refletir’, prov. por infl. do fr. sceptique (1546), subst. pl. ‘partidários da doutrina de Pirro’, (1746) aquele que duvida do que não é comprovado de maneira incontestável’; Quintiliano (35-96 d.C.) usa em lat. a palavra sceptìci,órum (‘os cépticos’), como seita de filósofos ditos em gr. hoi skeptikoi, isto é, ‘os que fazem profissão de observar, de nada afirmar’; f.hist. 1702 scepticos, 1720 scêptico • SIN/VAR céptico; ver tb. sinonímia de herege • ANT crente; ver antonímia de herege • HOM séptico(adj.)

Com base no segundo sentido apontado pelo Houaiss, por extensão não está errado esse uso que aponto para o termo “cético”. No entanto, entendo que a cobertura jornalística de ciência deveria ser mais rigorosa com o uso do vocabulário no que diz respeito à possibilidade de ambigüidades no plano do conhecimento científico.

Não se trata de exigir que seja empregada essa qualificação somente para os adeptos das diferentes correntes do ceticismo filosófico, que está esboçado no verbete do Houaiss. Seria um despropósito estabelecer que o esse termo deve ser usado estritamente em relação à filosofia (assunto que também merece outra conversa). Mas seria muito adequado usá-lo somente para aqueles que, mesmo sem nenhuma abordagem de ordem filosófica, se mostram empenhados efetivamente a fazer o papel de “advogados do diabo”.

Uso indiscriminado

Por exemplo, a discussão entre criacionistas e evolucionistas. Exceto pelo sentido específico de não crer em uma idéia ou doutrina — no caso, o darwinismo —, os primeiros não têm nada de céticos, uma vez que se aferram dogmaticamente ao postulado da existência de uma potência exterior divina criadora de tudo o que existe.

Por outro lado, não existe nada de ceticismo na atitude de grande parte dos defensores do evolucionismo que afirmam que essa é uma teoria comprovada cientificamente como verdadeira. Ora, não é preciso ser adepto do pensamento do filósofo da ciência austríaco Karl Popper (1902-1994) para entender que uma teoria científica nunca é provada verdadeira: se ela nunca foi refutada, o que se pode dizer é que ela foi corroborada por sucessivos experimentos. [Na prática, como mostrou posteriormente o norte-americano Thomas Kuhn (1922-1996), às vezes se alegam “boas razões” para deixar de lado algumas refutações. Mas já discutimos isso neste blog (ver “A torre de marfim e o risco de macaquear o evolucionismo“, de 15/12/2008, e “O dedo na ferida da razão“, de 12/08/2006), e certamente voltaremos a fazê-lo.]

Não vejo problema, por exemplo, quando são qualificados como céticos aqueles que, mesmo sem abordagens filosóficas, submetem a prova, por princípio, alegações feitas com pretensões de conhecimento. Há alguns anos, escrevi uma reportagem sobre esse tipo de militância cética (“Os inquisidores da razão“, Galileu, nº 116, março de 2001). Por outro lado, não têm nada a ver com ceticismo aqueles, inclusive cientistas, que defendem posições dogmáticas dentro da ciência, ainda que para contestar misticismos e charlatanismos.

Independentemente de tudo isso, há também o aspecto de que o uso indiscriminado do termo “cético” nesses contextos demonstra que a imprensa tem ainda muito a aprender com o ceticismo de Pirro de Élis (c. 360-275 a.C.), imortalizado por Sexto Empírico (c. 160-210 d.C.) em sua obra Hipotiposes Pirrônicas. Para não alongar demais no assunto, mostro do que se trata retomando mais uma vez neste blog as sintéticas considerações de Plínio Junqueira Smith a seguir.

A terapia pirrônica, tal como no-la descreve Sexto, faz-se por meio da oposição de discursos e razões e supõe que os dogmáticos sofrem de precipitação e arrogância, que se manifestariam na adesão apressada a um discurso argumentativo e a uma tese em detrimento da tese e discurso argumentativo opostos. O problema do dogmático não consiste na adoção desta ou daquela tese filosófica, mas numa atitude que se caracteriza pela precipitação e pela arrogância. É essa atitude, segundo Sexto, que deve ser tratada. Além disso, a idéia pirrônica é que essa atitude dogmática é fonte de perturbação e de uma vida pior.
(Plínio Junqueira Smith, “Ceticismo dogmático e dogmatismo sem dogmas”. Integração. nº 45, abr./mai./jun. 2006, pp. 181-182.)

Seja como for, com aspas ou sem apas, melhor mesmo é qualificar aqueles que se dizem descrentes de uma determinada tese, idéia ou doutrina como discordantes ou opositores.

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Written by Mauricio Tuffani

domingo, 29/11/2009 às 18:38

15 Respostas

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  1. O texto, aqui, traz uma distinção que vai muito além do simples jogo de palavras, e que se revela de difícil percepção para os militantes de um modo geral: o de que a negativa da certeza não se confunde com a certeza da negativa. Negativa da certeza apenas aponta para a inexistência de provas de que algo é ou existe, mas não induz, necessariamente, a prova da existência ou da essência do contrário. A certeza da negativa arreda, pura e simplesmente, a possibilidade de que algo seja ou exista. O ceticismo bem compreendido é a negativa da certeza, que nos coloca, a bem de ver, numa posição incômoda, porque se perde a possibilidade de inserção em um determinado grupo, que milita em uma determinada causa, e que confunde necessariamente as próprias convicções com a irrefutável verdade.

    Ricardo Antônio Lucas Camargo

    domingo, 29/11/2009 at 19:39

  2. “os dogmáticos sofrem de precipitação e arrogância” – Logo, jornalistas são dogmáticos. Finalmente o mundo faz sentido pra mim. Obrigado, Tuffani!

    IgorZ

    domingo, 29/11/2009 at 21:40

  3. Igor, independentemente de quais são os objetos referidos nas duas sentenças interligadas por “logo”, a inferência da primeira para a segunda não é logicamente válida. Falta uma sentença de ligação entre a antecedente e a conseqüente. E a inferência não seria válida nem mesmo se a sentença de ligação fosse “os jornalistas sofrem de precipitação e arrogância”.

    Mauricio Tuffani

    domingo, 29/11/2009 at 21:56

  4. Há dois tipos de cético: localizado e globalizado. Ser cético localizado é uma posição cética saudável. Esta é a minha posição em relação a certos aspectos do darwinismo como teoria científica no contexto de justificação teórica.

    Este tipo de ceticismo é aceito com desconfiança pelos darwinistas, e não há diálogo, nem debate sobre a robustez epistêmica da teoria, porque Darwin virou dogma na Academia e na mídia: Darwin locuta, causa finita.

    Enézio E. de Almeida Filho

    domingo, 29/11/2009 at 21:57

  5. Caro Enézio, eu não sabia que existe essa classificação para o ceticismo. Em que medida é possível essa limitação (localização)? Por que ela é “saudável”? O ceticismo “localizado” é superior ou inferior ao “globalizado” do ponto de vista epistemológico?

    Mauricio Tuffani

    domingo, 29/11/2009 at 22:37

  6. Maravilha de texto.

    O curioso é que o “movimento cético” moderno tenha sido iniciado por um filósofo… mais conhecido como matemático! Martin Gardner.

    O próprio CSICOP foi fundado e liderado, até há pouco, por Paul Kurtz, professor de filosofia. Kurtz buscou, sem surpresa, embasar o “ceticismo” praticado na filosofia, e cunhou o “Novo Ceticismo” ou “ceticismo científico”.

    O detalhe é que esse “ceticismo científico” não está em nenhum dicionário, e mesmo em filosofia não é tão conhecido.

    Porque é complicado dizer-se “cético” e cair no balaio dos “céticos da viagem à Lua”, “céticos da evolução” e os “céticos do aquecimento global”, entre tantos…

    Mori

    segunda-feira, 30/11/2009 at 1:32

  7. Caro Mori, de fato, não conheço registros do “ceticismo científico” em obras filosóficas. Provavelmente essa ausência (ou baixa ocorrência, caso exista e eu não a conheça) se deve ao fato de ele estar ancorado na positividade, isto é, na ciência, ao passo que grande parte da filosofia tem como ponto de partida a problematização dessa positividade. No sentido muito estrito do termo, que não é o que estou “cobrando” da imprensa especializada em ciência, ele não é ceticismo porque não tem a radicalidade do ceticismo filosófico.

    Mauricio Tuffani

    segunda-feira, 30/11/2009 at 8:11

  8. […] This post was mentioned on Twitter by Tatiana Nahas, Interatividade. Interatividade said: Laudas Críticas: Ceticismo com aspas e sem aspas. Por Maurício Tuffani. http://bit.ly/8wsTEF […]

  9. Maurício, você me perguntou:

    Em que medida é possível essa limitação (localização)? Por que ela é “saudável”? O ceticismo “localizado” é superior ou inferior ao “globalizado” do ponto de vista epistemológico?

    Eu vou tentar responder:

    O ceticismo (σκέψις – skepsis “busca”) pode ser definido como qualquer classe de opiniões negando algumas afirmações sobre o conhecimento: “é impossível decidir sobre a verdade ou a falsidade de uma proposição.” (Mauro Sacchetto, “Ceticismo”, in Dicionário de Filosofia, Nicola Abbagnano, editor. São Paulo, Martins Fontes, 2007, p. 151-153.

    Na minha incursão periférica pela filosofia, eu me deparei com três tipos de ceticismo: globalizado, localizado e um que desafia se a condição doxástica [crença] de alguma afirmação de conhecimento putativo foi satisfeito. Este último, geralmente é empregado para crenças (pensamentos, juízos, opiniões, desejos e temores).

    O ceticismo globalizado é radical: nós não sabemos absolutamente nada sobre algo ser verdadeiro ou falso. Não é possível qualquer conhecimento. Ele se apresenta em formas gerais de ceticismo questionando nosso conhecimento em muitas, se não todas, as áreas nas quais ordinariamente nós pensamos ser possível conhecer.

    Este tipo de argumento cético é rejeitado pela comunidade científica.

    O ceticismo localizado é restrito: nega que as pessoas saibam ou tenham conhecimento particular de determinada área ou domínio de discurso. É uma forma de ceticismo saudável sobre a possibilidade de uma forma de conhecimento, mas sem negar ou duvidar de outras formas.

    O ceticismo localizado é saudável epistemologicamente porque os céticos desse tipo consideram ser possível manter a nossa ignorância em determinados limites.
    Charles Landesman disse que “várias formas de ceticismo local…” e que eles “tiveram vasta significância cultural e retêm importância filosófica.” Skepticism: The Central Issues, Oxford, Blackwell Publishers Ltd., 2002, p. 11, x. Traduzido no Brasil: Leituras Filosóficas Ceticismo, São Paulo, Loyola, 2006.

    Em termos epistemológicos, a vantagem do ceticismo localizado é que ele pode ser canalizado para áreas restritas de domínios da busca e interesses humanos, tais como a religião, o senso comum, os valores éticos e estéticos, inferências científicas, e o eu.

    O meu ceticismo localizado se restringe a algumas inferências científicas de longo alcance histórico como a hipótese da descendência com modificação pelas suas evidenciais circunstanciais e pela tremenda dificuldade de reconstrução filogenética apesar dos conhecimentos que temos nesta área.

    Se o princípio fundamental do ceticismo, segundo Sexto Empírico, é que para toda razão se opõe uma razão de algum valor, o cético localizado pode ser convencido da possibilidade de conhecimento da outra razão em detrimento da sua.

    O cético localizado sabe que o seu ceticismo é provisório e sujeito a metanóia (μετάνοια).

    Enézio E. de Almeida Filho

    terça-feira, 01/12/2009 at 9:11

  10. Caro Enézio,

    Você disse:

    bbbbbbbbbbbbbbb

    “O ceticismo (σκέψις – skepsis “busca”) pode ser definido como qualquer classe de opiniões negando algumas afirmações sobre o conhecimento.”

    Em primeiro lugar, não se tratam de “opiniões”, nem de estar negando” o que quer que seja, mas de pôr em dúvida. Opiniões que negam pressupõem uma convicção, e isso não é ceticismo. A σκέψις já estaria posta completamente de lado se fosse válida sua interpretação da definição do verbete de Sachetto, que não conheço porque a versão que disponho do Abbagnano é de 2000.

    [Um detalhe: você diz que o argumento central do ceticismo globalizado (que, pelo que parece, corresponde ao ceticismo radical) é rejeitado pela comunidade científica. Antes de mais nada, creioque não faz mais sentido, após a obra de Kuhn: a) falar de modo abstrato sobre comunidade científica, mas sobre comunidades científicas ou comunidades de especialistas; b) também, após Kuhn, não dá mais para abstrair a situação de uma determinada comunidade científica: ou ela na condição de ciência normal ou de ciência em crise; c) se ela está na condição de ciência normal, ela não “tá nem aí” com questões epistemológicas, muito menos com o argumento cético radical. Nesse sentido muito específico, que se refere estritamente a esse contexto, “a ciência não pensa”, como dizia Heidegger.]

    Na sequência, você fala sobre a “vantagem do ceticismo localizado” aplicado a “áreas restritas de domínios da busca e interesses humanos, tais como a religião, o senso comum, os valores éticos e estéticos, inferências científicas, e o eu”. OK, estou de acordo. Mas, em seguida, você distorce o sentido dessa aplicação ao afirmar:

    “O meu ceticismo localizado se restringe a algumas inferências científicas de longo alcance histórico como a hipótese da descendência com modificação pelas suas evidenciais circunstanciais e pela tremenda dificuldade de reconstrução filogenética apesar dos conhecimentos que temos nesta área.”

    Em outras palavras, o que é caracterizado como “canalizado” para “áreas restritas de domínios da busca e interesses humanos” você restringe a “inferências” referentes a essas áreas. Uma coisa é não pôr em questão a própria possibilidade do conhecimento, como faz o ceticismo radical, e restringir o exercício da dúvida a temas específicos. Outra coisa é verificar a consistência lógica, os pressupostos e as conclusões e de determinadas asserções feitas no âmbito de determinados temas. Para isso, não é necessária nenhuma atitude cética. Assim como um adepto de Design Inteligente pode fazer esse questionamento e concluir que o evolucionismo é um paradigma cheio de anomalias, um darwinista que venha a concluir que não há uma boa resposta a essa verificação (não estou dizendo que não há) pode perfeitamente concluir que por enquanto não existe outro paradigma melhor.

    Não há ceticismo nem mesmo “mitigado” ou “localizado” nessa atitude, assim como também não há entre certos evolucionistas que afirmam que o paradigma darwinista é “provado cientificamente”.

    Mauricio Tuffani

    quarta-feira, 02/12/2009 at 7:58

  11. Para os interessados na retórica do “Climagate”, recentemente a revista Science publicou uma carta discutindo as alegações da turma chamada por Marcelo Leite de “cética”.

    Vou aproveitar a oportunidade e convidá-los a dar uma olhada/comentada em meu blog

    http://correioquantico.blogspot.com/

    onde eu escrevi um post sobre o tema com referências. Dêem uma força para eu continuar discutindo assuntos bacanas e notícias científicas com uma cara menos “Scientific American” ou “Superinteressante”.

    Abraços

    Andre Saraiva

    segunda-feira, 14/12/2009 at 4:34

  12. Caro Tuffani,

    Muito bom voltar a relê-lo. Fiquei muito feliz quando recebi o email indicando a volta das atividades deste blog.

    Depois de tanto tempo sem ler um texto novo por aqui, cheguei a me tornar um “cético”, que não acreditava que você iria retomar o blog…

    Trocadilhos à parte, muitíssimo re-bem-vindo à blogosfera! Você fez muita falta.

    Abraço.

    Leonardo

    sábado, 26/12/2009 at 8:48

  13. Caro Maurício,
    Bom saber que você está de volta, apesar de eu estar visitando-se 4 meses depois da tua última postagem.
    Excelente texto, gostei muito.

    cordialmente,
    Roberto Berlinck

    Roberto

    domingo, 28/03/2010 at 16:18

  14. eu acho que o silogismo do Igor ai poderia estar certo sim, se o pensarmos num silogismo hipotético:

    Se alguem é dogmatico, este alguem é precipetado e arrogante
    os jornalistas sao preciptados e arrogantes
    logo os jornalistas sao dogmaticos

    Ruiz

    segunda-feira, 12/04/2010 at 18:13

  15. […] Ceticismo com aspas e sem aspas – Mauricio Tuffani […]


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