Laudas Críticas

Lombroso, espiritismo e ceticismo

Cesare Lombroso (1835-1909)A edição de hoje (sábado, 03/01) de O Estado de S. Paulo sinaliza a possibilidade de o espiritismo virar objeto de polêmica em 2009. Em 19 de outubro se completarão cem anos desde a morte do médico italiano Cesare Lombroso (1835-1909), um dos expoentes da criminologia como disciplina científica. A efeméride é lembrada no Estadão por Miguel Reale Júnior. Em seu artigo “Razão e religião”, o jurista destaca a ligação do pesquisador italiano com a doutrina espírita.

Adepto do positivismo de Auguste Comte (1798-1857), Lombroso foi um dos principais nomes da escola positiva do direito penal (ver Lélio Braga Calhau, “Criminologia e a Escola Positiva do Direito Penal”, Jus Navigandi, julho de 2003). Suas incursões no espiritismo aconteceram a partir de 1891 ao aceitar o desafio público do divulgador e propagandista espírita Ercole Chiaia para acompanhar, com outros pesquisadores, sessões da médium Eusapia Paladino (1854-1918).

Lombroso acabou convertendo-se ao espiritismo se retratou das contestações em tom de deboche feitas por ele a essa doutrina aos chamados fatos espíritas em seu livro Studi sull’Ipnotismo, de 1892 (ver Patricia Fazio, “Ricerca personale su Cesare Lombroso”, Il Foro Universitario, 18/03/2007). Por mais que se desacredite dessa atividade das duas últimas décadas de vida do criminologista italiano — e desde já deixo claro meu “pé-atrás” com o assunto —, é inaceitável que ela muitas vezes tenha sido simplesmente varrida para baixo do tapete.

Se a efeméride da morte de Lombroso trouxer novas discussões sobre o assunto, só espero que sejam menos surdos os antagonismos sempre surgem com questões desse tipo. A esse respeito, temos ainda muito a aprender com o bom e velho ceticismo de Pirro de Élis (c. 360-275 a.C.), imortalizado por Sexto Empírico (c. 160-210 d.C.) em sua obra Hipotiposes Pirrônicas. Para não alongar demais no assunto, mostro do que se trata com as sintéticas considerações de Plínio Junqueira Smith a seguir.

A terapia pirrônica, tal como no-la descreve Sexto, faz-se por meio da oposição de discursos e razões e supõe que os dogmáticos sofrem de precipitação e arrogância, que se manifestariam na adesão apressada a um discurso argumentativo e a uma tese em detrimento da tese e discurso argumentativo opostos. O problema do dogmático não consiste na adoção desta ou daquela tese filosófica, mas numa atitude que se caracteriza pela precipitação e pela arrogância. É essa atitude, segundo Sexto, que deve ser tratada. Além disso, a idéia pirrônica é que essa atitude dogmática é fonte de perturbação e de uma vida pior.
(Plínio Junqueira Smith, “Ceticismo dogmático e ceticismo sem dogmas”. Integração. nº 45, abr./mai./jun. 2006, pp. 181-182.)

Claro que isso não tem nada a ver com o que se convencionou chamar de ceticismo nos últimos tempos.

PS das 11h46 — As correções do terceiro parágrafo acima foram feitas em função do comentário de Luiz Roberto Turatti, a quem agradeço pelos esclarecimentos (ver abaixo).

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Written by Mauricio Tuffani

sábado, 03/01/2009 às 11:02

Publicado em Ciência, Filosofia, Religião

64 Respostas

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  1. Segundo QUEVEDO S.J., Oscar G.-: Palavra de Iahweh, 1.ª edição, São Paulo, Loyola, 1993, p. 211 s., volume 5 de “Os Mortos Interferem no Mundo?”:

    Lombroso (foi), outro caluniado!

    Cesare Lombroso (1836-1909) foi célebre professor de Antropologia e Criminologia, ainda hoje considerado nestes ramos da ciência. Em Metapsíquica…: embora com notáveis erros próprios da época, sem dúvida que no seu conjunto a obra de Lombroso tem seu lugar garantido na história da pesquisa.

    *** Nunca falta Lombroso nessas listas publicadas pelos espíritas. Por quê?

    ●● Mais uma vez aquela lógica (?) especial. Novamente confundem os fatos com sua interpretação. Ou será que o fanatismo não deixa os espíritas lerem uma frase de três linhas, ficam na primeira linha? Lombroso – como Richet – na frase que sempre citam os espíritas, distingue expressa e insistentemente:

    “Sinto-me envergonhado e condoído por ter atacado com tanta tenacidade a possibilidade dos fatos, assim chamados espíritas. E digo os fatos, porque continuo contrário à teoria. Mas os fatos existem, e eu glorio-me de ser escravo dos fatos”. Assim se expressava após toda sua carreira em Metapsíquica, oito anos antes de sua morte, em carta a Ernesto Chiolfi, de Nápoles, assinada em Turim a 25 de junho de 1891. (A carta foi publicada em “La Tribuna Giudiziaria” de Nápoles, a 5 de julho de 1891 – Cfr. Por exemplo, PICONE-CHIONO, C.: La Verità Spiritualistica. I Morti Vivono e Possono Conversare com Noi?, Roma, Luce e Ombra, 1928. Tradução: La Vérité Spiritualiste, Rethel, Ambiorix, 1935. pp. 38 s. – PAPPALARDO, Armando: Spiritismo, 5.ª edição, Milano, Hoipli, 1917 (reedição 1922), p. 13 – Por ser um dos desafiadores ao anteriormente cético Lombroso, cfr. preferentemente o madrilenho ACEVEDO, M. Otero: Los Fantasmas, Buenos Aires, Constancia, 1958, pp. 47 s.).

    ●● A frase é muito citada e mal-interpretada pelos espíritas.

    No seu livro póstumo, publicado apenas um mês depois da imprevista morte, Lombroso reafirma a sua conversão aos fatos, não à interpretação espírita. O livro inteiro é uma defesa dos fatos e mostra a seriedade com que o ilustre professor dedicara muitos anos de sua vida ao estudo dos fenômenos chamados espíritas que na realidade se dão também em outros ambientes completamente independentes de qualquer vinculação com os mortos, como no hipnotismo.

    Luiz Roberto Turatti

    sábado, 03/01/2009 at 11:26

  2. […] Leia mais deste post no blog de origem: Clique aqui e prestigie o autor […]

  3. Em um post anterior, de outro tópico, eu tinha mencionado que o fundamentalismo religioso tinha avançado tanto, que já estávamos a ponto de tomar o depoimento do morto. Isto a propósito da intenção de um grupo de juízes e procuradores espíritas iniciar um movimento para aceitar cartas psicografadas como prova.
    Já fui espírita, e li todas aquelas histórias das mesas voadoras, da tentativa de Camille Flamarion de conciliar espiritismo com ciência. Enfim, voltamos a falar dos “experimentos” e “provas” científicas pró-espiritismo do século XIX que, obviamente não puderam se repetir no XX nem no XXI, em condições rigorosas de experimentação.
    Para falar da possível limitação do livre arbítrio, o Prof. Reale não precisava falar das teorias pseudo-frenológicas nem a posterior religiosidade do Sr Lombroso. O que está minando o conceito de culpabilidade é a neurociência, mas acho que o ilustre jurista não menciona o cérebro nem uma única vez.

    roelf

    sábado, 03/01/2009 at 13:14

  4. Prezado Tuffani, como você sabe, o tema em relevo me é caro. Aprecio a atitude de Lombroso de privilegiar os fatos, em contraste com a teoria. Ainda que não me entregue a ser escravo do que quer que seja- visto, por exemplo, que os fatos nem sempre sejam fatos, mas, por vezes, apenas afigurem sê-los-, concordo aqui com o ponto de partida da experiência (conquanto sem o radicalimo de um empirista). Acho mesmo plausível chegarmos, a partir dos sentidos e das observações, se não a verdades, a ‘extratos’ de explicações metafísicas. Eu mesmo já me prestei a tais observações, que me levaram à intuição (no sentido filosófico) de que talvez seja um erro falarmos de manifestações extrafísicas ou, a despeito do que escrevi há algumas linhas, de considerações metafísicas. Não descarto a hipótese de que tudo seja a mesmíssima física, pobremente apreendida pelos nossos sentidos, visto que, ainda no campo da dúvida, estes poderiam ter que depender, com a licença de uma metáfora, dos olhos que faltam a um protozoário, mas abundam em diversas outras manifestações desta, se me permite a tentativa, “faixa de natureza”… Excelente 2009, meu bom amigo.

    José Paulo Lanyi

    sábado, 03/01/2009 at 13:48

  5. O resgate do ceticismo enquanto “negativa da certeza” ao invés de “certeza da negativa” – que não deixa de estar marcada por um certo dogmtismo – é o que, realmente, vem a propor o texto, a pretexto de tratar a questão do “trânsito” do pensamento positivista de Cesare Lombroso para uma, digamos, aceitação de proposições do espiritismo (que não professo, mas não ridicularizo, precisamente por pretender seguir a linha de ceticismo na acepção originária, do “de omnibus dubitandum”). Fazendo um comentário marginal, não deixa de me causar uma certa surpresa o fato do Prof. Reale Júnior, proveniente de uma família fortemente católica, cujo pai foi, inclusive, militante da Ação Integralista Brasileira e com o qual guarda tantas afinidades, ter deixado de seguir justamente esta trilha.

    Ricardo Antônio Lucas Camargo

    sábado, 03/01/2009 at 18:03

  6. Os escritos de Allan Kardec, com apenas 150 anos, são contraditórios para a nossa época. Se Kardec fosse vivo hoje estaria rindo de suas próprias e precipitadas conclusões.

    Gostaria de lembrar que já estamos no século XXI; o homem já foi à Lua, há quase 40 anos; animais já foram clonados, de há muito; está demonstrado pela NASA que em Marte e em Júpiter não há vida humana, como Chico Xavier alardeou num passado não muito distante; hoje, num piscar de olhos, trocamos mensagens via internet visualizando nosso interlocutor; teleconferências; iPhone; TV digital…

    Lembro também que nossa imaginação é naturalmente muito fértil, em especial quando somos mais ou menos supersticiosos. Espalhar – sem pesquisar, sem estudar, sem acompanhar, sem constatar etc., de todos os pontos de vista – suposições que podem ser mais invenções do que realidade é irresponsabilidade!

    Estudos de especialistas constataram que a alma (ou o espírito) não pode se separar do corpo, nunca. Ao nascermos nascemos inteiros, corpo e alma, numa peça só. Quando morremos, morremos inteiros, também, corpo e alma, numa peça só, assim como um animal que gera um animalzinho, uma planta que gera uma plantinha… Tudo numa peça só! Para bom entendedor e racionalmente falando, observem que é impossível a alma vir sei lá de onde e introduzir-se num corpo para animá-lo. Da mesma forma que ao morrermos nosso corpo vá para o cemitério e a nossa alma fique “vagando”, aguardando uma impossível e quixotesca “reencarnação”, ou vá para o “céu” ou para o “inferno”, que na verdade são estados, e não locais.

    Finalizando, há anos imploro a Deus para que meus pais, já falecidos, falem comigo… Nunca consegui. Será que sou discriminado por Ele? Mas, Deus, não pode discriminar ninguém! Como é isso?! Espíritas, não me digam, por favor, que tenho de “desenvolver”, ou que não tenho “dom mediúnico”, ou que devo ir a um “centro espírita” para o meu intento. Por que eu deveria ir a um “centro espírita” para ouvi-los, por meio de um estranho, este, pretendido intermediário do além com o aquém, e vice-versa, se eu vivi com meus pais até que eles morressem em minha casa? É muito descaro, mesmo!

    Pobre Brasil, até quando será ridicularizado, mundo afora, por tanta impunidade?!

    Luiz Roberto Turatti

    sábado, 03/01/2009 at 19:06

  7. Poderia escrever sob quais formas podem ocorrer polêmicas com o espiritismo neste ano?

    Ainda no assunto, bom 2009 a todos!

    Thiago

    sábado, 03/01/2009 at 19:42

  8. Luis Roberto, embora possa concordar com quase tudo que você escreveu, tua frase “Estudos de especialistas constataram que a alma (ou o espírito) não pode se separar do corpo,…” não me parece muito adequada. Nenhum estudo (aos científicos me refiro, você também?) comprovou a existência de alma ou espírito. A existência da alma não parece ser uma teoria falseável, passível de ser submetida a refutação. Não há nada comprovado a ser separado. O que podemos dizer é que as evidências científicas não constataram (provavelmente nem procuraram fazê-lo) que seja possível uma separação cérebro / alguma outra entidade não física (mente, alma, espírito). Mas também, acredito ser muito difícil bolar um experimento (por enquanto) que negue a existência da alma. Geralmente as religiões se apegam ao que não sabemos (god of gaps) sobre a consciência autobiográfica, tipicamente humana, para dizer que aí está a alma imortal. Seja como for, “Alegações extraordinárias exigem provas extraordinárias.” Quem sabe as provas de nossa alma imortal surjam por aí, para felicidade geral da humanidade (morrer e apenas desaparecer é mesmo uma m…!!).
    Também não sei se o tema “impunidade” se aplica corretamente a este tópico.
    Não sei se Kardec estaria arrependido (tenho minhas dúvidas). Possivelmente Flamarion sim. E Freud, Hahnemann, etc., com certeza (rsrs)

    Thiago aceitar cartas psicografadas por médiuns como prova em tribunal, caso venha a ser o assunto debatido, é prá lá de polêmico, você não acha? Só não tenho certeza se este debate não iria legitimar o ilegitimável.

    roelf

    sábado, 03/01/2009 at 21:04

  9. Realmente, tive notícia de alguns casos isolados em que se aceitaram, no âmbito criminal, “cartas psicografadas” como prova para fins de absolvição do acusado (problemático, porém, bem menos do que teria sido para o fim de condenar, já que todos os seres humanos, em um Estado de Direito, são presumidos inocentes até que comprove o contrário). Isto, entretanto, ainda não chegou aos Tribunais Superiores, nos quais creio que não seriam aceitas como prova precisamente porque o Estado brasileiro é laico e tal modalidade de prova somente poderia ser aceita por julgadores que professassem o espiritismo, jamais por católicos (maioria dentre os integrantes do Judiciário), protestantes dos mais variados matizes, islâmicos, budistas, hinduístas, ateus e tantos outros que não admitiriam a validade de tais documentos para a reconstituição de fatos. Para que tal prova pudesse ser aceita, repito, seria necessário o estabelecimento de um requisito inconstitucional (porque ofensivo aos incisos VI e VIII do artigo 5º, bem como ao inciso I do artigo 19 da Constituição Federal) nos concursos para a magistratura ou na disputa das vagas reservadas constitucionalmente nos Tribunais aos membros do Ministério Público e aos integrantes da classe dos advogados de que fosse pelo candidato professado o espiritismo.

    Ricardo Antônio Lucas Camargo

    domingo, 04/01/2009 at 10:42

  10. Sr. Roelf, o especialista mundialmente respeitado Prof. Dr. Padre Oscar González-Quevedo (http://www.clap.org.br) escreveu um texto que transcrevo a seguir:

    “CORPO E ALMA NÃO SE SEPARAM NUNCA!

    Somos matéria animada. Não somos duas coisas. É uma coisa só: matéria viva espiritualmente. Nem Deus – com todo respeito – pode aniquilar a alma, espiritual, imortal, etc. Alma não age sem corpo, não há ação sem órgão. Não veríamos, não ouviríamos, nem pensaríamos sem cérebro. Agora, a morte. Sempre se disse a solene imbecilidade que a alma se separa do corpo, até os católicos dizem isso: ‘vamos rezar esta missa pela alma de fulano de tal’. Isso é heresia! No Concílio de Nicéia já se definiu como dogma de fé que alma sem corpo não age. Ora, se é imortal, é indestrutível e sem corpo não age, então está se exigindo a ressurreição. E isso a Parapsicologia estudou muito bem.

    Entre a morte clínica e a morte real, mais ou menos 21 dias. Todos vamos ser enterrados muito mais vivos do que mortos. Mas o cérebro apaga, três minutos após a morte clínica, então, não nos inteiramos de nada. E a natureza não dá pulos. Dez dias depois da morte, ainda se tem milhares de células vivas, crescem os cabelos, unhas… São Paulo o explica muito bem: ‘nós não morremos, nos transformamos’. Então, à medida que vamos morrendo, vamos ressuscitando. Vamos deixando um corpo corruptível e vamos ressuscitando num corpo incorruptível. Metaforicamente dizendo, vamos deixando um corpo de trevas e ressuscitando num corpo de luz. As principais características de um corpo ressuscitado são: claro, ágil, sutil e impassível. Até que, por fim, terminou a ressurreição, começou a eternidade. Os católicos dizem que fica muito tempo no purgatório, é uma bobagem. Na eternidade não tem tempo. O juízo tem de ser no finalzinho da ressurreição e da morte, quando o corpo vai deixando de atrapalhar, o cérebro vai deixando de trabalhar, e nos fazemos um corpo glorioso, espiritualizado. Então a alma manifesta todos os seus poderes, de conhecimento, etc.

    Na ressurreição, nos transformamos. A alma não ocupa lugar, é espiritual. Todos que já morreram, passado o período biológico, já ressuscitaram e cabem na ponta de um alfinete. O corpo espiritualizado não ocupa lugar. Céu e inferno são um estado, não são um local e não sei onde estão, porque não ocupam um lugar. Mas, como dizia Cristo, metaforicamente, ‘na casa do meu Pai há muitas moradas’. Uns têm méritos que cabem num dedal, outros méritos que cabem num copo. Cada um, segundo seus méritos.

    Do além para o aquém não volta ninguém, palavra de Javé. Isso é um slogan da Parapsicologia. Vejam bem, os coelhos geram coelhinhos, da mesma natureza coelhinha de seus progenitores; um cavalo, um cavalinho, na mesma natureza cavalar. De onde estes reencarnacionistas terão encontrado uma geração que não é na mesma natureza? Os pais não seriam pais de um homenzinho, seriam pais de um corpo e alma que viria do outro lado. Há de ser muito ignorante. Por isso que num Congresso Internacional de Parapsicologia se chegou à conclusão de que a reencarnação é impossível. Não há nenhum parapsicólogo reencarnacionista.”

    Padre Oscar González-Quevedo, S.J., Diretor-Presidente do CLAP – Centro Latino-Americano de Parapsicologia.

    Nota: Para aprofundar no tema leia o livro “A morte em questão” (O autor, Dr. Renold Blank, analisa em profundidade e prova que a morte na realidade é uma transformação: À medida que vamos morrendo vamos ressuscitando num corpo espiritualizado para a eternidade. Acrescenta um estudo psicológico e teológico de como é o “além”), disponível na Loja Virtual do CLAP (http://www.isinet.com.br/clap/detalhes.asp?id_produto=19).

    Luiz Roberto Turatti

    domingo, 04/01/2009 at 11:22

  11. Sr. Ricardo,
    Eu também acho um absurdo, mas de fato a discussão já está indo além da lógica. Veja estes dois exemplos. Se a sociedade não se mobilizar já no início dessas “discussões” a coisa vá indo e na omissão acaba sendo votado na calada da noite, como foi aprovado pela ALESP o Deus na escola, segundo vários juristas, também inconstitucional.

    A recém-criada Associação Jurídico-Espírita de SP defende, entre outros pontos, o uso de cartas psicografadas nos tribunais
    http://www.clipclap.com.br/Integra.aspx?jornalid=83&id=189494

    O espiritismo nos tribunais
    http://www.estado.com.br/editorias/2008/05/25/edi-1.93.5.20080525.3.1.xml

    Sr. Luiz Roberto
    O padre Quevedo!!!!???? Desculpe, é aquele que aparecia na Hebe?

    roelf

    domingo, 04/01/2009 at 13:15

  12. Sr. Roelf Justino Cruz-Rizzolo,

    Pouco importa se o Padre Quevedo ainda aparece na Hebe, no Fantástico, no Superpop, no Ratinho, nos jornais e revistas…, o importante é que ele dá o recado, para bom entendedor.

    Sei que o Padre Quevedo é muito polêmico, mesmo assim, sugiro pesquisar seriamente seu trabalho, que é, antes de mais nada, libertador para muitos, ricos e pobres, cultos e ignorantes.

    Luiz Roberto Turatti

    domingo, 04/01/2009 at 18:05

  13. Sr Luiz. Então é ele mesmo. Ok!
    Em tempo, quando acima escrevi “Luis Roberto, embora possa concordar com quase tudo que você escreveu”, na realidade, não tinha lido todo seu texto.
    Que conste que concordo com muito pouco, e com nada do escrito pelo sr quevedo. Sua descrição sobre os processos relativos à morte física (provavelmente só tem essa) é uma piada. Desculpe a franqueza. Não há outra definição possível. Neste mesmo blog do Tuffani existem alguns artigos excelentes relacionados com o assunto.
    Se estes são os argumentos que utilizaremos para impedir que teses espíritas sejam utilizadas no sistema jurídico, estamos fritos.
    Saudações.

    roelf

    domingo, 04/01/2009 at 20:51

  14. Sr. Roelf Justino Cruz-Rizzolo,

    Também fui espírita como o senhor (roelf 3 Jan 09 at 13:14), talvez até mais tapado, mas, felizmente, graças a Parapsicologia, a Psicologia, a Filosofia, a Medicina, as Ciências Humanas como um todo, libertei-me dessa superstição, da qual já estava quase alienado.

    Entendo seu ponto de vista, sua preocupação, mas o senhor há de convir comigo que se HOJE não houver educação específica nesse sentido, daqui algum tempo esse tema voltará a baila e tudo indica que a psicografia espírita será validada no judiciário.

    Portanto, Sr. Roelf, vamos deixar nosso orgulho, nossa vaidade, nosso egoísmo de lado e vamos somar forças para que o espiritismo seja demonstrado por especialistas, simpáticos a nós ou não. O importante é não sermos ainda mais ridicularizados mundo afora, por conta de mais crendices, que deram certo apenas no Brasil: “o país de pior saúde mental do mundo”, segundo a OMS, citada pelo Padre Quevedo em muitos de seus escritos.

    É isso.

    Luiz Roberto Turatti

    segunda-feira, 05/01/2009 at 18:46

  15. Caro Maurício,

    O tema espiritismo aparece (algo debochadamente) na Consciência de Zeno, de Italo Zvevo, de 1923. Parece que a temática estava mesmo em voga na sociedade italiana da época.

    É interessante assinalar que as neurociências têm lançado luzes sobre as bases neurais da religiosidade humana. No que tange o espiritismo, os estudos do neurologista suíço Blanke têm demonstrado que fenômenos como a extra-corporalidade e a autoscopia são manifestações de disfunções de certas regiões cerebrais, como da junção temporo-parietal (ver Blanke et al, Brain, 2004).

    Muitas manifestações clínicas ou sub-clínicas de doenças neuropsiquiátricas (epilepsia,por exemplo)estão na base da religiosidade. Dostoiévski é um caso clássico de hiperreligiosidade em epilépticos.

    E concordo com o Roelf: toda nossa vida psíquica está assentada sobre a estrutura cerebral. A primeira não existe sem a segunda.

    Mas isso é assunto para uma longuíssima discussão.

    Abraço,

    Leonardo

    Leonardo Cruz

    domingo, 11/01/2009 at 7:24

  16. 1-“O importante é não sermos ainda mais ridicularizados mundo afora”: mostre me o Brasil sendo “ridicularizado” com documentacao em forma de link porque eu moro nos EUA ha quase 30 anos e nunca vi isso; “por conta de mais crendices”: voce tem zero autoridade pra chamar a religiao alheia de crendice; “que deram certo apenas no Brasil: “o país de pior saúde mental do mundo”, segundo a OMS, citada pelo Padre Quevedo em muitos de seus escritos”: mentira dele. Mostre me a documentacao de Quevedo pra afirmar que a OMS disse qualquer coisa parecida com “pior saude mental do mundo” a respeito do Brasil.

    2-“toda nossa vida psíquica está assentada sobre a estrutura cerebral”: toda nossa vida MENTAL esta assentada sobre a estrutura cerebral, voce quer dizer. Vida “psiquica” eh outra coisa.

    Ivan Moraes

    segunda-feira, 12/01/2009 at 15:57

  17. Sr. Ivan Moraes (12 Jan 09 at 15:57),

    Não tenho procuração do Padre Quevedo para defendê-lo, até porque ele sabe fazer isso sozinho, e muito bem. Sou apenas um admirador, entre milhares, senão milhões, de seu sério trabalho no campo da Parapsicologia, matéria que poucos no mundo entendem e dominam como ele. Um médico pode entender de curar, receitar, examinar, operar; um engenheiro de planejar uma casa, construir; um dentista de extrair um dente, obturar, fazer uma prótese etc., e não palpitar sobre o que não estudou, não pesquisou, profundamente, como um especialista de outra área, portanto, cada macaco no seu galho.

    O Prof. Dr. Padre Oscar González-Quevedo, S.J., é:
    ● Licenciado em Humanidades Clássicas;
    ● Licenciado em Filosofia;
    ● Licenciado em Psicologia;
    ● Doutor em Teologia;
    ● Professor de Parapsicologia, em várias Faculdades.

    Fundou, em 1970, em São Paulo (SP), o CLAP – Centro Latino-Americano de Parapsicologia (http://www.clap.org.br) – Pesquisa, Ensino e Clínica – o primeiro Centro Universitário de Parapsicologia do Brasil, do qual é Diretor/Presidente.

    Quevedo é autor dos livros e vídeos, muitas vezes reeditados:
    * O que é Parapsicologia;
    * A Face Oculta da Mente;
    * As Forças Físicas da Mente (em 2 volumes);
    * O Poder da Mente na Saúde e na Doença;
    * Antes que os Demônios Voltem;
    * Os Mortos Interferem no Mundo? (em 5 volumes);
    * Nossa Sra. de Guadalupe: O Olhar de Maria para a América Latina;
    * Os Milagres. A Ciência confirma a Fé (1.º de 6 volumes);
    * Os Milagres e a Ciência (2.º de 6 volumes);
    * Milagres na História da Igreja (Textos escolhidos dos livros do Padre Quevedo);
    * DVD: “O Mistério de Guadalupe”;
    * DVD: “Show de Mágicas” (Fraudes, Truques ou Dons Parapsicológicos?)

    Quevedo estuda e pesquisa, há mais de 50 anos: 10, 15, 20 horas por dia Parapsicologia (o conjunto dos ramos da Ciência que estuda o incomum, o misterioso…), portanto, toda crítica a ele, sem o conhecer e ao seu trabalho, é inconsequência, precipitação, vaidade, soberba…

    Ninguém no Brasil, solo fértil para crendices e superstições, especialmente espiritistas, quiçá no mundo, tem competência para criticar seu SÉRIO trabalho de conscientização do ser humano.

    Nota: “(…) Na França, onde o espiritismo nasceu, pelas mãos do pedagogo Hippolyte Léon Denizard Rivail, vulgo Allan Kardec, a única associação de seus seguidores conta com pouco mais de 150 sócios. ‘Aqui, como em toda Europa, o espiritismo é desconhecido. Não é considerado uma coisa séria’, admite Jacques Peccatte, presidente do Círculo Allan Kardec, instalado na cidade de Nancy. ‘A doutrina kardecista só é desenvolvida de fato no Brasil.’ (…)” Fonte: VEJA, 26/06/2000, Página 80 [http://veja.abril.com.br/260700/p_078.html].

    Saudações.

    Luiz Roberto Turatti

    segunda-feira, 12/01/2009 at 22:13

  18. “Ninguém no Brasil, solo fértil para crendices e superstições, especialmente espiritistas, quiçá no mundo, tem competência para criticar seu SÉRIO trabalho de conscientização do ser humano”: em palavras mais diretas voce nao tem uma gota de prova que Quevedo tem uma gota de prova que a ONU tem uma gota de prova que a populacao brasileira tem problema mental, que ele eh recorde no mundo, que ele eh causado por “crendices”, e que o espiritismo eh culpado.

    Ivan Moraes

    terça-feira, 13/01/2009 at 16:12

  19. Prezados visitantes,

    Devido a dificuldades de ordem pessoal que se somaram a circunstâncias específicas de meu trabalho (encerramento de uma gestão da Reitoria da Unesp, onde sou assessor-chefe de comunicação da atual equipe e também da próxima), tenho estado nos últimos dias sem tempo para participar dos debates.

    Devo voltar às nossas discussões em breve.

    Agradeço a participação de todos.

    Saudações,

    Maurício Tuffani

    Mauricio Tuffani

    terça-feira, 13/01/2009 at 22:45

  20. Sr. Luis Roberto, apenas por curiosidade, existe curso de parapsicologia, de graduação ou pós, reconhecido pelo MEC e CAPES? A única pós-graduação que achei é a do próprio Padre Quevedo (http://www.clap.org.br/pos.asp). Aliás, caríssima! 20 mensalidades de 350 cada!!! Existe outra em Universidade pública?

    roelf

    quarta-feira, 14/01/2009 at 0:45

  21. Sr. Ivan Moraes: Repito que nossa imaginação é naturalmente muito fértil, em especial quando somos mais ou menos supersticiosos. Espalhar – SEM PESQUISAR, SEM ESTUDAR, SEM ACOMPANHAR, SEM CONSTATAR, SEM PROVAR etc., DE T-O-D-O-S OS PONTOS DE VISTA! – suposições que podem ser mais invenções do que realidade é irresponsabilidade! O espiritismo não está cientificamente demonstrado! Portanto, vamos pesquisar, estudar, acompanhar, constatar, provar S-É-R-I-O os fenômenos ditos espiritistas, antes de acreditarmos por conveniências, interesses, vaidades, paixões?

    É possivelmente certo que, também, por causa do espiritismo e todos os seus ramos, nós brasileiros (terceiro-mundistas) somos vistos com reservas, com discriminação, pelos primeiro-mundistas EUA, Itália, Japão, Inglaterra, Espanha, França (berço de Allan Kardec)…

    P.S.: Os seguidores do espiritismo nos EUA são, principalmente, os próprios brasileiros lá residentes, transitórios, os quais, na verdade, apenas se mantém unidos (também em restaurantes, pontos turísticos, no trabalho, shows etc.), apenas por questão de brasilidade, e isso é óbvio, para bom entendedor.

    Sr. Roelf Justino Cruz-Rizzolo: Se não me engano na USP há um grupo, porém, não sei informar se atenderá seus anseios. Como já disse ao Sr. Ivan Moraes, não tenho procuração do Padre Quevedo nem do CLAP. Para o seu intento, escreva para o e-mail do CLAP: assessoria@clap.org.br, através do qual o senhor poderá obter as respostas a mim solicitadas. A propósito, terá inicio no próximo dia 20, terça-feira próxima (e vai até o dia 30/01/2009), o “39.º Curso de Parapsicologia e Religião – Ateísmo, Espiritismo, Seitas. A Superstição e a Fé à Luz da Ciência”, o qual recomendo por já conhecer. Confira a programação completa em http://www.clap.org.br/paraereligiao.asp. Se o senhor puder participar tenho certeza que irá gostar, tirará muitas dúvidas e vai aprofundar.

    Luiz Roberto Turatti

    quarta-feira, 14/01/2009 at 8:56

  22. Sr Roberto, minha dúvida era real, e não tinha nada a ver com tão folclórico padre. É que suspeito que a própria parapsicologia não existe como ciência, daí não existirem cursos oficiais de graduação e pós. Mas é apenas uma suspeita.

    roelf

    quarta-feira, 14/01/2009 at 19:04

  23. Sr. Roelf Justino Cruz-Rizzolo,

    Primeiramente, quero dizer que apesar de irônica, respeito sua soberba afirmativa, de que uma das maiores autoridades mundiais em Parapsicologia, de quem, repito, não tenho procuração para defender, seja folclórico.

    “A Parapsicologia está muito bem estudada e os últimos a não aceitarem esta ciência são os psiquiatras e os psicólogos. Parapsicologia, psicologia, psiquiatria são palavras que sugerem a psique. Qualquer profissional de Psicologia e Psiquiatria considera que a psique é sua especialidade, mas, como não entende de Parapsicologia, sai dizendo que “isso não é uma ciência”. E se opõe automática e instintivamente. A Parapsicologia nada tem a ver, propriamente com Psicologia e Psiquiatria. O psiquiatra estuda as manifestações anormais do psiquismo humano. O psicólogo estuda as manifestações normais. A Parapsicologia é o conjunto dos ramos das ciências (física, química, medicina, filosofia, teologia). É uma ciência que estuda o comportamento não frequente, à margem do normal, extraordinário, relacionado com o homem ou a outras forças da natureza. Qualquer manifestação da natureza, antes de ser negada, deve ser estudada. E é a Parapsicologia que estuda os fenômenos incomuns. Roger Bacon (monge britânico franciscano – 1212-1294 –, conhecido como Doutor Admirável, que preconizou a ciência experimental) reagiu numa época em que a religião se metia e dava palpite em tudo, e que logo atribuía ao demônio o que não entendia. Ele defendeu que as manifestações desconhecidas deveriam ser estudadas em laboratórios e as análises repetidas à exaustão.”

    A Parapsicologia já deu muito resultado, muito fruto, pois, caso contrário, Quevedo não estaria à sua frente, há mais de 50 anos, só no Brasil (solo fértil para crendices e superstições), demonstrando as maiores barbaridades que se fazem com o ser humano, por meio de crassos erros de interpretação e de metodologia (do século 19), muitas vezes até alienantes. E isso é, no meu modo de entender, um GRANDE mérito, um GRANDE avanço. Não sei quando a Parapsicologia (e não as “parapsicologias”, de fundo de quintal) será reconhecida pelo senhor e por tantos outros, mas, aí, o tempo passou, e talvez o senhor não tenha mais tanto tempo suficiente de sair de seu casulo e deslanchar para a ciência do futuro, ou seja, a Parapsicologia.

    Insisto: com humildade e coragem, vá conhecer a Parapsicologia e tire suas próprias conclusões e, quem sabe, com seus outros conhecimentos, o senhor possa, também, contribuir de alguma forma para libertar o homem de amanhã (seus filhos, netos, bisnetos…) de tanta exploração que se propalam “ao gosto do consumidor”.

    Já percebeu que o mal é muito mais atraente do que o bem? Nós é que temos de aprender a lidar com isso, não?

    Saudações.

    Luiz Roberto Turatti

    quinta-feira, 15/01/2009 at 7:58

  24. “possivelmente certo que, também, por causa do espiritismo e todos os seus ramos, nós brasileiros (terceiro-mundistas) somos vistos com reservas, com discriminação(…)” em outras palavras, voce nao tem uma gota de prova que Quevedo tem uma gota de prova que a OMS tem uma gota de prova de qualquer coisa que voce diz que Quevedo diz que a OMS diz e perguntar pela documentacao para o que voce disse eh pedir demais, e eh pedir demais pra voce mostrar qualquer sombra de evidencia para o que voce repete automaticamente ha anos, como “nós brasileiros (terceiro-mundistas) somos vistos com reservas, com discriminação, pelos primeiro-mundistas EUA, Itália, Japão, Inglaterra, Espanha, França”.

    Quanto a “espiritismo não está cientificamente demonstrado”, o catolicismo nao esta cientificamente provado tampouco e tem zero autoridade pra dizer isso. SE eh que esta, entao porque voce esta espalhando “SEM PESQUISAR, SEM ESTUDAR, SEM ACOMPANHAR, SEM CONSTATAR, SEM PROVAR etc., DE T-O-D-O-S OS PONTOS DE VISTA”, seus rumores a respeito do espiritismo e do Brasil e sua saude mental? Prove o que diz com links.

    Ivan Moraes

    sexta-feira, 16/01/2009 at 4:16

  25. Sr. Ivan Moraes,

    Perdoe-me, mas, não vou mais polemizar com o senhor… O Padre Quevedo, para mim e para milhares, senão milhões, tem autoridade de SOBRA para afirmar e provar o que diz, portanto, escreva para o e-mail dele: assessoria@clap.org.br, e, com coragem, pergunte a ele mesmo, que certamente o senhor obterá uma resposta segura e certeira a respeito, aliás, de mão-beijada. A propósito, permita-me uma pergunta, apesar de não saber onde o senhor mora “nos EUA há quase 30 anos”: o senhor estando morando aí, seria muito difícil ir até a ONU para o seu intento e pesquisar por seus próprios meios e méritos?

    Por outro lado, não apenas o douto e sábio Padre Quevedo desmascara o espiritismo, não. Vejamos apenas dois exemplos:

    1) “Dentro do espiritismo, do mediunismo, da psicografia há muito desejo oculto, muita necessidade de ser diferente e maior e melhor do que os outros, muita vaidade, muito amor próprio (…) bem disfarçado (…). E talvez em nenhum território humano apareça isso de maneira tão evidente como justamente no campo do espiritismo”. Professor Dr. Silva Mello, psiquiatra, em “Mistérios e Realidades deste e do Outro Mundo”, página 277.

    2) “Desde que apareceram as máquinas de filmar no escuro, as miraculosas sessões de materialização desapareceram, embora amiúde presentes nas fotografias falsificadas da passagem do século 19/20. Para pessoas fanatizadas, é de esperar que não façam uma análise crítica destas fraudes, mas para médicos e jornalistas com intenção de fazer ciência e divulgar verdades não cabe omitir estes fatos relevantes.” Paulo Bandarra, médico em Porto Alegre (RS), em 13/03/2007, no site Observatório da Imprensa.

    Saudações, Sr. Ivan Moraes.

    P.S.: Cuidado com o stress: “Mais vale chegar atrasado neste mundo… do que adiantado no outro.”

    Luiz Roberto Turatti

    sexta-feira, 16/01/2009 at 9:39

  26. Caro Sr. Roelf.

    Se ainda está em tempo de ser respondida, deixo minha dúvida.
    Ocorre que, somente agora, li este artigo e as postagens. Contudo uma de vossas observações, contida na frase que segue, me chamou a atenção:
    “…experimentos e provas científicas pró-espiritismo do século XIX que, obviamente não puderam se repetir no XX nem no XXI, em condições rigorosas de experimentação.”
    Pesquisei em sites de buscas, cruzando palavras chave, mas não consegui encontrar referências a tais experimentos, me referindo apenas aos rigorosamente controlados, realizados após o século XIX. Caso tenha conhecimento de algum lugar que poderia encontrar informações sobre o assunto, ficaria muito grato se o fornecesse.

    Elias

    Elias G. Silva

    quinta-feira, 11/06/2009 at 13:38

  27. Prezado Elias,

    Antes mesmo que o Roelf responda, adianto-me ao esclarecer que ele aplicou aspas diretamente às palavras “experimentos” e “provas”. Ou seja, ele pôs em dúvida a própria validade dessas atividades alegadas por terceiros como experimentos e provas.

    Atenciosamente,

    Maurício Tuffani

    Mauricio Tuffani

    quinta-feira, 11/06/2009 at 13:47

  28. Obrigado Maurício e Elias.
    Amigo Elias, de fato, as aspas já sugerem minhas enormes dúvidas sobre essas alegações “científicas” (olha as aspas de novo) do espiritismo do século XIX.
    Como você confirmou em tuas pequisas, não conheço nenhum tipo de teste ou experimento controlado que reforce alguma das teses dos espíritas ou de qualquer outra religião (no que se refere fundamente a seres imateriais). Dito isto, é interessante lembrar que em seu último livro, Carl Sagan escreveu que um dos poucos assuntos “misteriosos” que ele investigaria seria as alegações de crianças que dizem ter re-encarnado e oferecem (aparentemente) dados concretos passíveis de serem confirmados (ou não). Isto não quer dizer que o Carl acreditasse em re-encarnação, mas que seria uma informação não apenas curiosa mas aparentemente passível de ser testada. Vai lá saber, quem sabe ainda temos uma chance de não virar apenas pó (rsrs).
    Abraço,
    Roelf

    roelf

    quinta-feira, 11/06/2009 at 21:48

  29. Esse Turatti condena tudo que seja diferente dos dogmas católicos. Fala de Parapsicologia como se esta avalizasse os referidos dogmas. Cita constantemente o famigerado padre Quevedo (seu mestre), que tal qual ele, condena tudo que não seja católico. Francamente, como uma pessoa que se diz cientista, como esse tal Quevedo e o Turatti, podem contestar a mediunidade, sendo que acreditam na Bíblia, em Adão e Eva, na ressurreição física de Jesus, nos profetas bíblicos, etc.? Contestam o Espiritismo, mas não contestam os dogmas católicos. Quem é esse tal Quevedo e o Turatti para afirmar que o espírito não se separa do corpo? Donos da Verdade? Sabem mais que a própria Ciência, que, diga-se de passagem, ainda está engatinhando nesta seara? Isso tem nome: Arrogância, e a arrogância é umas das maiores características dos fanáticos.
    O Turatti fala que foi espírita. Duvido disso, porque ele fala sem conhecimento de causa. Ele fala como alguém que nunca freqüentou um centro de espírita de verdade ou sequer leu livros verdadeiramente espíritas.
    O Turatti costuma dizer que fora da Verdade não há salvação, mas a verdade dele, diga-se de passagem.
    O Turatti e o Quevedo são católicos fundamentalistas, ou seja, fanáticos, por isso, são, no mínimo, muito suspeitos para contestarem o Espiritismo e falarem de fundamentalismos. Não são parapsicólogos imparciais. Não podem ser levados a sério.
    Parapsicólogos que contestam fenômenos mediúnicos, mas exaltam seus dogmas religiosos, não são dignos de credibilidade. São evidentemente tendenciosos e isto enfraquece suas teses.
    Turatti, já que você contesta tanto os fenômenos mediúnicos e exalta a Bíblia e a Igreja Católica como sendo detentoras da verdade absoluta, então você deve ter como provar de verdade, sem proselitismos e sem usar a Bíblia, que Jesus ressuscitou fisicamente, que Jesus transformou realmente água em vinho, que Ele andou sobre a água, que ressuscitou Lázaro depois de iniciado a decomposição, que fez cegos de nascença enxergarem de verdade, que curou leprosos em estágio avançado, etc.? Você prova que tais coisas aconteceram mesmo e que não foram fraudes?
    O que você diz a respeito das aparições da Virgem Maria àquelas três crianças em Fátima?
    Você sabia, Turatti, que Jesus também foi tido como embusteiro por muitos em Sua época?
    Você sabia, Turatti, que a Ciência ainda procura provas da existência histórica de Jesus?

    Gilgamesh

    quarta-feira, 28/04/2010 at 17:22

  30. Sr. Gilgamesh Utnapishtim , Coari-AM – Historiador (de acordo com o Observatório da Imprensa, 22/4/2010, 10:58:52, http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=586FDS004), esqueça meu democrático pensamento a respeito do espiritismo, assim como o de Quevedo (de quem não tenho procuração para defender, até porque ele sabe fazer isso sozinho, e muito bem) e, corajosamente, busque pelos incontáveis cientistas, de todas as áreas, que ridicularizam o espiritismo, um demonstrado crasso erro de interpretação e de metodologia, do século 19. O senhor, entre outros, está agindo como os que querem condenar o Papa por causa da pedofilia NO MUNDO, cuja prática, na maioria dos casos – 99,5% – ocorre FORA DA IGREJA. Coragem, Sr. Gilgamesh, vá buscar respostas fora de Quevedo e desse que te responde (um grão de areia no deserto): Médicos, Psicólogos, Psiquiatras, Historiadores, Antropólogos… Por que é que o senhor e os seus tem tanto medo das colocações de nós dois, somente?

    Luiz Roberto Turatti

    sexta-feira, 30/04/2010 at 18:17

  31. Sr. Gilgamesh Utnapishtim, Coari-AM – Historiador (de acordo com o Observatório da Imprensa, 22/4/2010, http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=586FDS004), esqueça meu democrático pensamento a respeito do espiritismo, assim como o de Quevedo (de quem não tenho procuração para defender, até porque ele sabe fazer isso sozinho, e muito bem) e, corajosamente, busque pelos incontáveis cientistas, de todas as áreas, que ridicularizam o espiritismo, esse demonstrado crasso erro de interpretação e de metodologia, do século 19.

    O senhor, entre outros, está agindo como os que querem condenar o Papa por causa da pedofilia NO MUNDO, cuja prática, na esmagadora maioria dos casos − 99,5% − ocorre FORA DA IGREJA.

    Coragem, Sr. Gilgamesh, vá buscar respostas nas Ciências Humanas, portanto, fora de Quevedo e desse que te responde (um grão de areia no deserto): Médicos, Psicólogos, Psiquiatras, Historiadores, Antropólogos, Físicos, Teólogos, Cientistas imparciais, isentos, insuspeitos…

    Por que é que o senhor e os seus tem tanto medo das colocações de nós dois, somente?

    P.S.: Há uns 10 anos eu disse, e deve estar publicado em algum lugar pela web, que o espiritismo não resistiria mais 3 ou 4 gerações, no máximo. Com esta muito oportuna, plausível, corajosa reportagem “Chico Xavier – Uma investigação” (Superinteressante, Abril 2010), da competente jornalista investigativa Gisela Blanco, concluo que começou a derrocada. Ou teria iniciado já no ano 2000, quando o “Fantástico”, da Rede Globo de Televisão, apresentou o quadro “Padre Quevedo – O Caçador de Enigmas”, sua maior audiência em 30 anos? Ou talvez, ainda, as denúncias muito bem documentadas da revista “O Cruzeiro”, lá dos idos de 1964? Deus tarda, mas não falta. Quem viver verá!

    Luiz Roberto Turatti

    sábado, 01/05/2010 at 11:22

  32. Aos 27/04/2008, no blog do prof. Felipe Aquino do site Canção Nova (http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2008/02/20/declaracao-de-aparecida-em-defesa-da-vida), o Sr. Luiz Roberto Turatti postou o seguinte sobre o padre Quevedo: “Não é verdade que o Padre Quevedo nega o diabo e o inferno, NÃO! Assim como o seu tio, também fiz inúmeros cursos com este autêntico e verdadeiro PADRE CATÓLICO APOSTÓLICO ROMANO, da ordem dos jesuítas, submisso ao Papa, ao Vaticano. Acontece que enquanto o Padre Quevedo é um divulgador apaixonado dos milagres de Deus, de Jesus, dos Santos, da Igreja, os invejosos, orgulhos, caluniadores preferem dar inexistentes poderes aos demônios, aos diabos, aos capetas, aos espíritos dos mortos… Portanto, para que fique bem claro, o Padre Quevedo NUNCA negou a existência do demônio ou do inferno!”. Analisando este texto em relação ao sr. Luiz Roberto Turatti e ao seu mestre, o padre Quevedo: O sr. Luiz Roberto Turatti, seguindo à risca os ensinamentos do seu mentor, sempre afirma categoricamente que o sobrenatural não existe, ou seja, ele não acredita em vida após a morte, na possibilidade de comunicação com espíritos de pessoas mortas, em reencarnação, enfim, em tudo que se relacione com o Espiritismo. Todavia, isto contradiz suas próprias crenças, como podemos ver nesse seu texto. É contraditório, por exemplo, afirmar textualmente que o espírito não sobrevive à morte do corpo físico (que implica na inexistência do espírito) e crer em demônios, diabos, capetas, inferno, inclusive Deus e Seus milagres! É contraditório porque isto tudo pertence ao universo do sobrenatural. Deus, inferno, demônios, satanás, etc. são conceitos sobrenaturais (é tudo sobrenatural). Tanto o sr. Turatti quanto o seu ídolo e mestre dizem que suas afirmações têm respaldo científico, contudo, nunca provam cientificamente as suas colocações. Baseiam-se na Parapsicologia, que não é considerada Ciência, pois não utiliza métodos científicos e todas as explicações são meras especulações, opiniões pessoais, nada mais. Ambos, Turatti e Quevedo, mentem ao dizer que se baseiam em Ciência. A Ciência nunca avalizou suas afirmações, até porque espiritualidade, mediunidade, fé, etc. são áreas ainda bastante inexploradas pela Ciência, com muitas incógnitas. A Ciência ainda está dando seus primeiros passos nestas áreas, ainda é muito cedo para dar respostas conclusivas, ainda não há consenso entre os cientistas, falta muito a investigar, e a tecnologia para tal ainda está muito atrasada, talvez isto seja um dos motivos que desencorajem muitos bons cientistas a penetrar em tais mistérios. O sr. Turatti explica a mediunidade e qualquer fenômeno relacionado à espiritualidade baseando-se tão somente em puras elucubrações, com destaque às do sr. Quevedo. Como dar crédito para um parapsicólogo que contesta o Espiritismo, mas crê na existência do demônio, do inferno, de Deus, dos santos, em milagres, etc. (dogmas católicos)? O padre Quevedo ainda tem a insolência de se considerar cientista! Contestam o Espiritismo e tudo que for relacionado a este no intuito de impor o catolicismo. Não há Ciência alguma no que fazem. São apenas fanáticos tentado legitimar seus dogmas. Todo fanático é assim: Escolhe uma fé ou doutrina concorrente e ataca incessantemente, sem pensar, lançando mão de todo e qualquer argumento que lhe venha à cabeça, na tentativa de impor a sua fé. Muitos fanáticos fingem serem céticos para terem alguma credibilidade. O padre Quevedo e seu maior fã fazem uso deste artifício. Isto, antes de qualquer coisa, épura hipocrisia, e os hipócritas são as pessoas mais execráveis. Não se pode jamais confiar em um hipócrita!
    Turatti, você ou o Quevedo, que contestam o Espiritismo e afirmam taxativamente que tudo tem uma explicação natural (pois, para vocês, não existe o sobrenatural), apresentem, então, provas da existência de Deus, do demônio, dos santos, dos milagres. Vocês devem apresentar provas de verdade, provas científicas (o Quevedo não se considera cientista?), não vale hipóteses!
    Turatti, você tem provas que Moisés falava com Deus? Turatti, você tem provas que os profetas bíblicos eram intermediários de Deus com os homens? Qual a diferença entre os profetas bíblicos e os videntes da atualidade?
    Turatti, para você ou o Quevedo, na condição de católicos fervorosos e parapsicólogos, que se julgam cientistas, contestarem o Espiritismo, deveriam antes de tudo provar cientificamente todos os dogmas católicos. Vou enfatizar: Antes de contestar o Espiritismo, vocês deveriam PROVAR CIENTIFICAMENTE TODOS OS DOGMAS CATÓLICOS. Só assim, vocês poderiam angariar credibilidade. Porém, vocês ficam apenas na falácia. Para quem tem bom senso, basta procurar sobre o Turatti ou o Quevedo na Internet que vai se deparar com suas falácias e vai ver claramente que são um contra-senso total, tanto um quanto o outro.
    Outrossim, Turatti, você entra em contradição com seu ídolo ao afirmar que “o Padre Quevedo NUNCA negou a existência do demônio ou do inferno”. De duas, uma: Ou você está equivocado quanto ao teu mentor ou ele te enganou. Digo isso porque o próprio padre Quevedo já afirmou que não existe satanás e nem demônios (http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20040811170310&lang=bra ou http://www.elnet.com.br/colunistas_interna.php?materia=252). Turatti, como você explica isto? Afinal, existe ou não demônios, satanás, inferno, etc.?

    Gilgamesh

    terça-feira, 08/06/2010 at 12:42

  33. Suspendendo. Sir Arthur Conan Doyle foi o inventor de Sherlock Holmes, a personificação da racionalidade e da dedução lógica, cujas histórias sempre envolviam o triunfo da razão sobre alguma forma de mistificação. Mas Doyle, ao contrário do seu personagem, acreditava no sobrenatural. Ele e o famoso mágico Harry Houdini certa vez decidiram contatar o espírito da falecida mãe do mágico, numa sessão mediúnica. A mulher de Doyle foi a médium. A mãe de Houdini foi contatada e ditou uma mensagem em inglês para o filho, que Lady Doyle transcreveu, em transe. Houdini agradeceu e não teve coragem de dizer aos Doyle que sua mãe jamais aprendera o inglês e só falava iídiche – um detalhe que Doyle saberia se tivesse encarregado Holmes de uma elementar investigação prévia. A metafísica sempre depende de uma suspensão do bom senso, que no caso de Doyle tinha nome e sobrenome. Fonte: Parte integrante do artigo “Bom senso”, de Luis Fernando Veríssimo, em O ESTADO DE S. PAULO/Caderno 2, Domingo, 16/05/2010, página D16 [http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100516/not_imp552422,0.php].

    Luiz Roberto Turatti

    quinta-feira, 10/06/2010 at 17:56

  34. (…) Mas será que o espiritismo ganharia a expressividade que tem hoje no Brasil se não fosse a força desse vínculo com a tradição católica? Talvez se diluísse como aconteceu na França depois de Kardec: lá, em meados do século 19, não chegou a ter grande expressão. Na verdade, o espiritismo no Brasil, em sua principal vertente, nunca conseguiu fugir do vínculo com o catolicismo. (…) Fonte: Parte integrante do artigo “Chico Xavier: o sincretismo além do filme”, da antropóloga, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pesquisadora do Núcleo de Antropologia Urbana da USP, Sandra Jacqueline Stoll, em O ESTADO DE S. PAULO/Aliás, Domingo, 18/04/2010, página J6 (http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,chico-xavier-o-sincretismo-alem-do-filme,539626,0.htm).

    Luiz Roberto Turatti

    sexta-feira, 11/06/2010 at 17:09

  35. O Espiritismo nunca foi associado ao catolicismo. Isto ocorre no Brasil, porque a Igreja Católica tinha muito poder aqui, conseqüentemente, tudo era sincretizado com o catolicismo, apesar da forte oposição do catolicismo. Somente os prosélitos católicos vinculavam o Espiritismo ao catolicismo. Até Chico Xavier tinha o seu lado católico muito forte em virtude de ter sido criado em ambiente radicalmente católico, em uma época onde o poder da ICAR era indiscutivelmente forte. Isto se tornou um traço cultural do povo, contudo, a principal vertente do Espiritismo no Brasil nunca se vinculou ao catolicismo. Se não fosse o nefando poder da ICAR, aqui no Brasil, não haveria sincretismo algum e o Espiritismo seria, certamente, muito mais evidente.

    O Espiritismo não se restringe somente ao Brasil. O Espiritismo é tão evidente e lógico, que até no cinema tem deixado a sua marca.
    Lista de filmes espíritas e espiritualistas. Tem filme para todos os gostos. Nem todos estão exatamente de acordo com a doutrina espírita, mas têm alguma influência, direta ou indiretamente (fonte: http://www.illuminare.pro.br/filmes_espiritas_e_espiritualistas.htm):
    1.Joelma, 23º Andar
    2.Os Órfãos
    3.Minha Vida na Outra Vida
    4.Joana D’Arc
    5.Falando com os Mortos
    6.Stigmata
    7.Amor Além da Vida
    8.Fernão Capelo Gaivota
    9.O Príncipe do Egito
    10.Sete Anos no Tibet
    11.Kundun
    12.O Sexto Sentido
    13.O Esconderijo
    14.A Herança
    15.Ghost, Do Outro Lado da Vida
    16.Ilusões Perigosas
    17.Os Outros
    18.Os Dois Mundos de Jennie Logan
    19.A Casa dos Espíritos
    20.Pedro e Paulo
    21.À Espera de Um Milagre
    22.A Ponte
    23.Dorm, O Espírito
    24.Aparição
    25.O Olho do Mal
    26.O Dom da Premonição
    27.Gladiador
    28.Linha Mortal
    29.O Encontro
    30.Um Olhar na escuridão
    31.Sem Medo de Viver
    32.As Duas Vidas de Audrey Rose
    33.Cidade dos Anjos
    34.O Segredo do Abismo
    35.A Visão
    36.Manika
    37.Quem Somos Nós?
    38.Quando os Anjos Falam
    39.As Cartas De Chico Xavier E Outras Histórias
    40.O Enigma das Cartas
    41.Alta Freqüência
    42.O Exorcismo de Emyle Rose
    43.A Última Profecia
    44.O Fantasma De Lucy Keyes
    45.Os Espíritos
    46.Gritos do Além
    47.Segredos Do Passado
    48.Eram Os Deuses Astronautas?
    49.Luzes Do Além
    50.Poder Além da Vida
    51.Ensaio Sobre A Cegueira
    52.O Céu Se Enganou
    53.Danika
    54.Encontro Marcado
    55.Minha Amada Imortal
    56.Energia Pura
    57.Oriundi
    58.Protegida por um anjo
    59.Constantine
    60.A Reencarnação de Peter Proud
    61.A Profecia dos Anjos
    62.A Educação de Pequena Árvore
    63.Madre Teresa
    64.O Jardim Secreto
    65.Trilogia: O Senhor dos Aneis
    66.Agnes de Deus
    67.O Jardim dos Esquecidos
    68.A Espinha do Diabo
    69.Bezerra de Menezes – O Diário de Um Espírito
    70.Depois da Vida
    71.Solaris
    72.Paixão Eterna
    73.A Premonição
    74.Conversando com Deus
    75.Premonições
    76.O Quarto Sábio
    77.Em Algum lugar do Passado
    78.Fenômeno
    79.Morrendo e Aprendendo
    80.Poltergeist – O Fenômeno
    81.Os Mensageiros
    82.Um Espírito Atrás de Mim
    83.Na Hora da Zona Morta
    84.O Exorcista
    85.Awake – Por Um Fio
    86.A Passagem – O Fantasma de Um Amor
    87.Fantasmas do Passado
    88.Cinco Dias Antes da Morte
    89.Jesus de Nazareth
    90.Gasparzinho (Casper)
    91.O Rei dos Reis
    92.O Jogo dos Espíritos
    93.Francisco de Assis
    94.Papai Fantasma
    95.Sem Limite Para Sonhar
    96.Déjà Vu
    97.As Brumas de Avalon
    98.Distante Para Sempre

    Dentre outros. E virão mais. Nosso Lar, por exemplo.

    http://www.nossolarofilme.com.br/
    http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/05/09/filmes-espiritas-podem-recuperar-publico-no-cinema-diz-diretor-de-as-maes-de-chico-xavier.jhtm

    Gilgamesh

    segunda-feira, 14/06/2010 at 16:19

  36. Os fanáticos religiosos, no seu afã em legitimar seus dogmas em detrimento aos de outras crenças, publicam informação ultrapassada e parcial, chegando até a distorcer fatos, caluniar e mentir descaradamente. Este artigo é um exemplo claro disso. A Ciência séria ainda não se pronunciou definitivamente sobre mediunidade ou qualquer outro fator relacionado ao espiritismo. Falta muito a se pesquisar e há carência de tecnologia para tal. Muitos cientistas pesquisam por conta própria e ainda não há consenso. Leiam este artigo:
    As vivências tidas como mediúnicas são descritas na maioria das civilizações e têm um grande impacto sobre a sociedade. Apesar de ser um tema pouco estudado atualmente, já foi objeto de intensas investigações por alguns dos fundadores da moderna psicologia e psiquiatria. Foi revisado o material produzido por Janet, James, Myers, Freud e Jung a respeito da mediunidade, com ênfase em dois aspectos: suas causas e relações com psicopatologia. Esses pesquisadores chegaram a três conclusões distintas. Janet e Freud associaram mediunidade com psicopatologia e a uma origem exclusiva no inconsciente pessoal. Jung e James aceitavam a possibilidade de um caráter não-patológico e uma origem no inconsciente pessoal, mas sem excluírem em definitivo a real atuação de um espírito desencarnado. Por fim, Myers associou a mediunidade a um desenvolvimento superior da personalidade e tendo como causa um misto entre o inconsciente, a telepatia e ação de espíritos desencarnados. Como conclusão, é apontada a necessidade de se conhecer os estudos já realizados para dar continuidade nessas investigações em busca de um paradigma realmente científico sobre a mediunidade. (Fonte: http://www.bv.fapesp.br/producao-cientifica/4337/mediunidade-vista-pioneiros-area-mental).

    Gilgamesh

    segunda-feira, 14/06/2010 at 16:25

  37. Estudantes de escola rural do Ceará dizem ver e conversar com espírito

    Um fenômeno espiritual ou um surto psicótico? Os estudantes de uma escola do Ceará dizem que viram o espírito de um ex-aluno e que até conversaram com ele.

    Os jovens, que são de turmas diferentes, entraram numa espécie de transe coletivo e foram socorridos na emergência de um hospital.

    O comportamento assusta. As cenas foram registradas numa escola rural em Itatira, interior do Ceará. Desde o começo do mês, estudantes de 12 a 19 anos dizem que entram em transe durante as aulas. Elas se debatem, desmaiam e dizem que acabaram de ver o espírito de um ex-aluno que morreu há sete anos.

    “É moreno, alto, a calça dele é azul. Ele fala com a gente. Dá uma dor de cabeça bem forte, daí a gente vê um bocado de colegas caindo, a gente se sente pesada e desmaia”, conta Beatriz da Silva Nascimento, estudante.

    Após os episódios, as estudantes foram levadas para a emergência de um hospital. Em um dia 25 alunas foram atendidas. “Chegaram com um quadro de histeria, basicamente, gritando, se debatendo, exibindo um grau de agressividade”, revela o médico Pedro Thiago da Frota.

    Alunos e professores se recusam a voltar para a escola e as aulas foram suspensas.

    O padre, que também é parapsicólogo, fez uma palestra para explicar aos alunos o que vem acontecendo. Para ele o fenômeno nada mais é do que uma histeria coletiva. “De repente uma surtou. Quando uma surta, isso contagia as outras garotas. O que se passou com estas sete jovens que eu tive acompanhando pessoalmente foi nada mais do que um fenômeno emocional”, garante Hélio Correia de Freitas.

    A histeria coletiva tem uma explicação científica. “Estes fenômenos acontecem em contextos onde tem muita tensão, muita preocupação, muito sentimento não-verbalizado. Aquilo que é crença, já em um estado de tensão muito forte, ela incorpora aquilo e ela faz parte da história, ela se inclui na história”, explica Adalberto Barreto, psiquiatra.

    Fonte: JORNAL HOJE, Rede Globo de Televisão, Edição do dia 14/06/2010. Assista ao vídeo: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/06/estudantes-de-escola-rural-do-ceara-dizem-ver-e-conversar-com-espirito.html.

    Luiz Roberto Turatti

    quarta-feira, 16/06/2010 at 11:07

  38. MYERS: MAL-INTERPRETADO OU CALUNIADO?!

    Filósofo e humanista, Fréderic Willian Henry Myers destacou-se como grande sábio só em Metapsíquica. Foi membro e Presidente da “Society for Psychical Research”. Sua obra póstuma Human Personality… é considerada universalmente como um dos grandes monumentos da Metapsíquica.

    Citar Myers é muita pretensão dos espíritas. De fato antes das pesquisas poderia ser chamado, no máximo, “espírita muito moderado”. (…)

    (…)

    Myers considerava o espiritismo corrente, até com certa violência de expressão, como “sectário”, no sentido de anticientífico e mesmo anti-racional. (MYERS, op. cit.)

    À medida em que avançava nas pesquisas, Myers foi cada vez acumulando mais provas de “animismo” e contra a hipótese “espírita”. (Cfr. ibidem, por exemplo pp. 20 s.)

    Fonte: “Palavra de Iahweh”, Oscar González-Quevedo, S.J., 1.ª edição, São Paulo, Loyola, 1993, p. 202, volume 5 de “Os Mortos Interferem no Mundo?”.

    Luiz Roberto Turatti

    quinta-feira, 17/06/2010 at 9:44

  39. A PSICOLOGIA DESVENDA O ESPIRITISMO!!!

    “Transes religiosos são registrados desde a Grécia antiga, quando sacerdotisas diziam receber espíritos em rituais inspirados por música e vinho. Mas essas manifestações só começaram a ser desvendadas pela ciência no fim do século XIX, com o surgimento dos primeiros estudos em psicologia. Em 1862, o neurologista francês Jean-Martin Charcot (1825-1893) instalou-se no Hospital Salpêtrière, em Paris, convencido de que as visões de espíritos vivenciadas por alguns pacientes eram causadas por males do sistema nervoso. Para tratá-los, aperfeiçoou a técnica de induzir a pessoa ao estado de transe por meio de hipnose. Os recursos empregados, baseados na repetição de luzes ou sons, desmontaram a aura sobrenatural que cercava as possessões. Um de seus alunos, Sigmund Freud, também se interessou pela hipnose. (…)”.

    ________________________________________

    JUNG ABOMINOU O ESPIRITISMO!!!

    “(…) Mas foi o suíço Carl Jung quem se dedicou a teorizar de onde vêm os ‘maus espíritos’ que atormentam as pessoas. Segundo ele, essas figuras aterrorizantes são imagens gravadas coletivamente na mente humana. Batizados de arquétipos, acompanham a humanidade há milhares de anos. ‘O diabo, que os fiéis da Universal (IURD) acreditam incorporar, é uma dessas imagens e representa forças destrutivas dentro da própria pessoa’, diz a psicanalista Aurea Roitman. ‘Já o chifre e o rabo são adereços acrescentados pelo imaginário cristão.’ (…)”

    NOTA: Vale dizer que no espiritismo o processo de personificação é o mesmo, ou seja, os espíritos, que os espíritas acreditam incorporar, representam forças destrutivas ou não dentro da própria pessoa.

    ________________________________________

    CHARCOT, FREUD, JUNG, ROITMAN, DURKHEIM, SCOTT – RIDICULARIZARAM O ESPIRITISMO!!!

    “(…) Enquanto os fundadores da psicologia (Charcot, Freud, Jung) descreveram como se induz um transe, foram os antropólogos que teorizaram sobre a função das possessões e dos exorcismos. Os missionários religiosos e médicos que viajaram para a África ou investigaram territórios dominados pelos índios nas Américas ficaram fascinados pelas cerimônias dirigidas para que alguns participantes recebessem os espíritos. A partir dessas narrativas, o filósofo francês Emile Durkheim (1858-1917), um dos fundadores da sociologia, foi um dos primeiros a teorizar sobre a função dos transes. Analisou em 1912 o papel do descarrego primitivo para garantir a unidade da tribo. ‘Os exorcismos têm a função de provar a existência de um agente sobrenatural capaz de punir os delinqüentes, por mais poderosos que sejam’, explica o antropólogo Scott Atran, da Universidade de Michigan.”

    OS TEÓRICOS – O filósofo francês Emile Durkheim (1858-1917) desvendou a função dos transes nas sociedades primitivas. O neurologista Jean-Martin Charcot (1825-1893) mostrou como as técnicas de hipnose induzem as incorporações de ‘espíritos’.”

    Fonte: Parte integrante da muito oportuna reportagem “O exorcismo é a atração da noite/A ciência dos transes”, de Alexandre Mansur e Luciana Vicária, ÉPOCA (http://www.epoca.com.br), Edição 258, 28/04/2003, páginas 68/74.

    NOTA: Vale dizer que no espiritismo, o trabalho de “afastamento de espíritos”, bom ou mal, é chamado de “passe”; ou “desobsessão”; ou “desincorporação”; ou “desencosto”; os quais têm, como no exorcismo, as mesmas funções de provar a existência de um inexistente agente sobrenatural. Esses rituais transformaram-se em espetáculos para conquistar fiéis.

    Luiz Roberto Turatti

    quinta-feira, 17/06/2010 at 10:07

  40. Turatti, refutando suas alegações de pesquisas do século retrasado. Você disse: “Transes religiosos são registrados desde a Grécia antiga, quando sacerdotisas diziam receber espíritos em rituais inspirados por música e vinho. Mas essas manifestações só começaram a ser desvendadas pela ciência no fim do século XIX, com o surgimento dos primeiros estudos em psicologia. Em 1862, o neurologista francês Jean-Martin Charcot (1825-1893) instalou-se no Hospital Salpêtrière, em Paris, convencido de que as visões de espíritos vivenciadas por alguns pacientes eram causadas por males do sistema nervoso. Para tratá-los, aperfeiçoou a técnica de induzir a pessoa ao estado de transe por meio de hipnose. Os recursos empregados, baseados na repetição de luzes ou sons, desmontaram a aura sobrenatural que cercava as possessões. Um de seus alunos, Sigmund Freud, também se interessou pela hipnose. (…)”. Turatti, francamente, que tipo de pesquisa é essa? Não há nada de científico nisso! O supracitado neurologista hipnotizou as pessoas para condicioná-las a crer que tudo não passava de ilusão de suas mentes. Na hipnose, o hipnotizador tem controle total sobre o hipnotizado. Você mesmo admiti isso quando afirma “O neurologista Jean-Martin Charcot (1825-1893) mostrou como as técnicas de hipnose induzem as incorporações de ‘espíritos’”. Portanto, ele induziu as pessoas através da hipnose, simulando o processo mediúnico, mas não provou que a mediunidade é um problema psicopatológico. Simular, fazer igual através de truques, não prova coisa alguma contra ninguém. O mágico Cris Angel, por exemplo, já andou sobre a água, tal qual Jesus, segundo a Bíblia.
    Você também disse: “OS TEÓRICOS – O filósofo francês Emile Durkheim (1858-1917) desvendou a função dos transes nas sociedades primitivas”. Filósofos e suas filosofias, algo demasiadamente subjetivo. Onde está a Ciência nisso?
    Turatti, você disse: “o suíço Carl Jung quem se dedicou a teorizar de onde vêm os ‘maus espíritos’ que atormentam as pessoas”. Teorias! Mais opiniões pessoais, baseadas nas idiossincrasias de seus autores. Onde está a Ciência nisso?
    Você também disse: “Batizados de arquétipos, acompanham a humanidade há milhares de anos. ‘O diabo, que os fiéis da (Igreja) Universal acreditam incorporar, é uma dessas imagens e representa forças destrutivas dentro da própria pessoa’, diz a psicanalista Aurea Roitman”. Eu me recordo que no site http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2008/02/20/declaracao-de-aparecida-em-defesa-da-vida você afirma que o inferno, os demônios e o diabo existem, contudo, ao postar este comentário da psicanalista Aurea Roitman, no intuito de contestar a mediunidade, você dá crédito a tal afirmação (que é totalmente subjetiva, diga-se de passagem) e, assim, entra em contradição contigo mesmo. Afinal, o diabo existe ou não, Turatti?
    Charcot, Freud, Jung, Roitman, Durkheim e Scott, todos teóricos e filósofos antiquados e ultrapassados com suas explicações subjetivas e nenhuma prova científica séria e irrefutável.

    Gilgamesh

    quinta-feira, 17/06/2010 at 15:06

  41. Turatti.

    Para se atualizar:

    Parapsicólogos Forenses
    Os parapsicólogos forenses, também conhecidos como investigadores psíquicos (do inglês Psychic Witness), são sensitivos que trabalham em conjunto com a polícia na investigação de crimes de difícil solução (inexistência de testemunhas, escassez de provas, excesso de suspeitos,…). O papel desses paranormais, segundo Sérgio Pereira Couto em artigo na revista Ciência Criminal, “consiste basicamente em captar sensações sobre o que aconteceu nos locais dos crimes e passar as informações para que os detetives tomem as devidas providências administrativas, incluindo a detenção de suspeitos para interrogatório”.
    Com o sucesso dos seriados em canais pagos que tratam do tema, as polícias de diversos estados americanos passaram a admitir em público o uso de paranormais em investigações onde a tecnologia mostra-se insuficiente.
    O Discovery Channel elaborou um seriado para tratar desse tema, reportando as atividades de quinze investigadores psíquicos no apoio às polícias de diversos estados americanos, como a Califórnia, Ohio, a Pensilvânia, Carolina do Norte, a Louisiana, Texas e o Arizona
    Vale, no entanto, destacar que a Lei americana obriga a polícia a ouvir todos os que dizem saber algo sobre a investigação, incluindo aqueles que se intitulam médiuns ou sensitivos, que voluntariamente se apresentam para ajudar, não fazendo parte do procedimento policial a busca de cartomantes, médiuns, etc. para a solução de crimes. Na Tv, o seriado chega a ser fantasioso e não apresenta os milhares de casos onde tal ajuda não resultou em sucesso, não se enquadrando, o entretenimento, em reportagem investigativa ou mesmo documentário sério.
    Sally Headding, uma respeitada clarividente americana, formada em psicologia clínica e Ph.D. pela Universidade de Berkeley (Califórnia), aponta que atualmente o principal problema da popularidade dos investigadores psíquicos nos EUA é o surgimento de uma série de falsos médiuns que se apresentam para ajudar a polícia em casos de grande repercussão. No entanto, segundo as palavras de Sally, os verdadeiros médiuns dificilmente procuram a polícia, ao contrário, são convidados por esta para colaborar nas investigações, o que tecnicamente não é verdade segundo as leis americanas.
    No Brasil, o uso de médiuns em processos da Justiça é reconhecido oficialmente apenas no Estado de Pernambuco, onde a Constituição Estadual, além de legitimar o testemunho de médiuns, prevê como obrigação daquele Estado e dos seus municípios a prestação de “assistência à pessoa dotada dessa faculdade, [desde que] comprovado por profissionais especializados”. Essa comprovação é justamente um mecanismo para que se tenha certeza de não se tratar de um caso de charlatanismo. Infelizmente, o processo de definição pelo estado do que é charlatanismo ou não, não está claro.
    Textos psicografados por médiuns como Chico Xavier e Jorge José Santa Maria (da Sociedade Beneficente Espírita Amor e Luz, no Município de Porto Alegre) já foram incorporados a processos criminais na forma de provas documentais.

    Gilgamesh

    quinta-feira, 17/06/2010 at 15:08

  42. Turatti.

    Para se atualizar:

    Estudos Científicos
    Na segunda metade do século XIX diversos médiuns foram levados a realizar testes que tornaram supostametne plausíveis a existência de espíritos, por exemplo, as médiuns Leonora Piper e Gladys Osborne Leonard. Os resultados obtidos na época, com cada uma dessas médiuns, foram bastante convincentes. Piper foi tão famosa que chegou a ser citada na Enciclopédia Britânica de 1911 em dois verbetes, e ainda admitida no discurso de William James publicado pela revista Science como possuidora de poderes paranormais .
    O neurocientista Núbor Orlando Facure diz que a mediunidade é um fenômeno fisiológico, universal comum a todas as pessoas, e que pode se manifestar de diferentes maneiras. Nos estudos que realiza, busca compreender a relação entre os núcleos de base dos automatismos psico-motores e aqueles que geram o fenômeno da mediunidade. Em entrevista dada à revista Universo Espírita (N°35, Ano 3), Facure aponta que os neurônios em espelho podem ser os responsáveis pela sintonia que permite sentirmos no lugar do outro. No entanto, Facure também diz que isso são apenas conjecturas e que atualmente não existe comprovação científica de que o fenômeno se dê dessa forma.
    Em pesquisa realizada por Frederico Leão e Francisco Lotufo, Médicos-psiquiatra da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, constatou-se uma melhora dos aspectos clínicos e comportamentais de “650 pacientes portadores de deficiências mentais e múltiplas” ao submetê-los a um tratamento espiritual realizado através de reuniões mediúnicas. Como resultado do estudo, os autores sugerem a “aplicação do modelo de prática das comunicações mediúnicas como terapias complementares”.
    Outra importante pesquisa foi realizada pelo médico psiquiatra Alexander Moreira de Almeida, que no dia 22 de fevereiro de 2005 defendeu a tese Fenomenologia das Experiências Mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas, no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, da Faculdade de Medicina da USP. A tese pretendeu traçar um perfil de saúde mental de 115 médiuns espíritas (escolhidos aleatoriamente), na qual foram testados e entrevistados com apurados instrumentos da Psiquiatria. Na conclusão do trabalho, Almeida diz que “os médiuns estudados evidenciaram alto nível socioeducacional, baixa prevalência de transtornos psiquiátricos menores e razoável adequação social. A mediunidade provavelmente se constitui numa vivência diferente do transtorno de identidade dissociativa. A maioria teve o início de suas manifestações mediúnicas na infância, e estas, atualmente, se caracterizam por vivências de influência ou alucinatórias, que não necessariamente implicam num diagnóstico de esquizofrenia”. Desta forma, constatou-se que os médiuns estudados apresentaram boa saúde mental, apesar dos sintomas de visões ou interferências de pensamentos alheios, que não são sintomas de loucura, mas outro tipo de vivência, chamada pelos espíritas de Mediunidade. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mediunidade)

    Gilgamesh

    quinta-feira, 17/06/2010 at 15:11

  43. Turatti, você se diz homem de Ciência e o Quevedo se diz cientista (se bem que eu nunca vi um cientista de verdade ou um homem de Ciência sério contestar o Espiritismo para exaltar dogmas católicos ou evangélicos. Nunca vi cientistas – verdadeiros – fundamentalistas religiosos), então responda a pergunta que fiz em outro comentário.
    Turatti, afinal, existe ou não demônios, satanás, inferno, etc.?

    Gilgamesh

    quinta-feira, 17/06/2010 at 15:37

  44. Turatti,

    Você disse: “Vale dizer que no espiritismo, o trabalho de “afastamento de espíritos”, bom ou mal, é chamado de “passe”; ou “desobsessão”; ou “desincorporação”; ou “desencosto”; os quais têm, como no exorcismo, as mesmas funções de PROVAR A EXISTÊNCIA DE UM INEXISTENTE AGENTE SOBRENATURAL. Esses rituais transformaram-se em espetáculos para conquistar fiéis”. Esta sua declaração contradiz o que você afirma ao Aos 27/04/2008, no blog do prof. Felipe Aquino do site Canção Nova (http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2008/02/20/declaracao-de-aparecida-em-defesa-da-vida), que consta no meu comentário de terça-feira, 08/06/2010 em 12:42. Neste blog, você afirma taxativamente a existência de demônios, que é algo totalmente sobrenatural. Aqui, você nega a existência do sobrenatural, lá, você afirma tal existência. Totalmente contraditório!
    Volto a perguntar: Afinal, existem ou não demônios, satanás, anjos, inferno, céu, etc?

    Gilgamesh

    quinta-feira, 17/06/2010 at 19:08

  45. Sr. Maurício Tuffani,

    Em respeito ao senhor e seus leitores, comunico que não respondo aos questionamentos e provocações do anônimo Gilgamesh, tendo em vista tal elemento, com seu fanatismo, suas convenientes verdades, suas referências suspeitíssimas e suas pichações, estar baixando o nível de seu respeitado blog.

    Grato pela atenção, tenha um bom domingo e viva o Brasil!!!

    Luiz Roberto Turatti.

    Luiz Roberto Turatti

    domingo, 20/06/2010 at 12:14

  46. Ciência

    Médico explica experiência de quase-morte

    Paula Rothman

    SÃO PAULO – Médico acredita ter encontrado a explicação para os relatos de pessoas que passaram por experiências de quase-morte.

    Dr. Lakhmir Chawla, da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, notou a existência de um aumento na atividade cerebral dos pacientes pouco antes deles falecerem – o que é causado pela liberação de energia do cérebro quando ele fica sem oxigênio.

    Isso explicaria, por exemplo, porque algumas pessoas que acordam após momentos de aparente morte descrevem luzes, sensações e visões.

    Em um trabalho publicado no Journal of Palliative Medicine (http://www.liebertonline.com/doi/abs/10.1089/jpm.2009.0159), o médico defende que essas sensações têm uma explicação biológica ao invés de mística ou metafísica.

    Em um estudo conduzido no hospital da universidade, Dr Chawla e sua equipe usaram um eletroencefalograma para monitorar pacientes. O objetivo inicial da pesquisa era observar se os pacientes que sofriam de doenças terminais, como câncer, ou problemas crônicos, por exemplo, no coração, estavam suficientemente sedados para não sentirem dor.

    No entanto, o aparelho constatou que momentos antes da morte os pacientes passavam por uma explosão de atividade no cérebro que durava de 30 segundos a três minutos. A atividade era similar à de pessoas completamente conscientes, mesmo que os pacientes parecessem adormecidos e não tivessem pulso. Pouco depois do aumento, eles foram declarados mortos.

    Os médicos acreditam que, com a saída do sangue e a diminuição dos níveis de oxigênio, as células disparam um último impulso elétrico. Ele começa em uma parte do cérebro e se espalha em cascata, gerando uma rajada de atividade cerebral pouco antes da morte. Caso alguém passe por essa experiência mas acabe sobrevivendo, isso poderia explicar as experiências conhecidas como “quase morte” – como flutuar sobre o corpo, enxergar uma luz, ouvir coisas, etc…

    Fonte: INFO Online, Abril, Notícias/Ciência, Segunda-feira, 31/05/2010 (http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/medico-explica-experiencia-de-quase-morte-31052010-9.shl).

    Luiz Roberto Turatti

    domingo, 20/06/2010 at 12:23

  47. OUTROS TEXTOS CIENTÍFICOS SOBRE “EQM” QUE SUGIRO,
    OS QUAIS ESTÃO PUBLICADOS EM MINHA PÁGINA
    http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=TURATTI:

    EQM – Médico explica experiência de quase-morte

    EQM – Ciência explica luz vista por quem quase morre

    EQM – Eles foram, voltaram e contam o que viram

    EQM – Saindo do corpo

    EQM – Estudo induz sensação de estar fora do corpo

    EQM – Experiência de quase-morte é ficção, fantasia…

    EQM – Experiências paranormais podem ser induzidas

    EQM – Mitos do além, explicados pela ciência

    EQM – Experiências de quase-morte – A porta de saída

    EQM – Cientistas decifram experiência de quase-morte

    EQM – A sensação de sair do próprio corpo

    EQM – Experiências fora do corpo? Viagem astral?

    EQM – Espíritos de laboratório

    EQM – Experiências de quase-morte são fenômenos biológicos

    EQM – O que ocorre na ante-sala da morte

    Luiz Roberto Turatti

    domingo, 20/06/2010 at 12:43

  48. “Médico explica experiência de quase-morte”

    Turatti, francamente, isto não explica EQM. Pelo que li, a experiência não foi direcionada nesse sentido. Não fizeram uma pesquisa séria para entender as EQM’s.

    Existe EQM e EFC.

    Gilgamesh

    segunda-feira, 21/06/2010 at 16:39

  49. Turatti, você é demasiadamente suspeito para falar em fanatismo, convenientes verdades, referências suspeitíssimas e pichações. Você faz proselitismo católico em detrimento do Espiritismo. Todos já devem ter notado isso, pois ninguém é bobo. Parapsicólogo que contesta o Espiritismo, mas crê em inferno, milagres, demônios, etc., é, no mínimo um contra-senso. Turatti, para atenuar esta histriônica impressão, que você já deixou em vários sites Internet à fora, o mínimo que você devia fazer seria responder cientifica e honestamente as minhas perquirições.

    Turatti, me responda: Por que tanto ódio ao Espiritismo? Por que você vive combatendo tão ferozmente o Espiritismo? O que você ganha com isso?

    Eu até entendo porque os seguimentos evangélicos atacam o Espiritismo, mas você, ainda não entendi.

    Gilgamesh

    segunda-feira, 21/06/2010 at 16:57

  50. Turatti, por que você fugiu das perguntas no Observatório da Imprensa (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=585FDS008)?

    Gilgamesh

    segunda-feira, 21/06/2010 at 18:55

  51. Sobre o pe. Quevedo, ídolo e mestre do Turatti: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=24531.5

    Gilgamesh

    segunda-feira, 21/06/2010 at 19:05

  52. Para iniciar, alguns comentários de estudiosos da área Psi, à guisa de epígrafe:

    “A obra de Quevedo não é fácil de ser julgada. Por um lado, seus conhecimentos sobre a história da Parapsicologia parecem ser vastos e impressionantes. No entanto, há razões mais que suficientes para concluir que Quevedo utiliza tal conhecimento para justificar seus fortes preconceitos ideológicos e teóricos, os quais evidentemente guardam certo compromisso com determinadas doutrinas da Igreja Católica. Portanto há, justificativa suficiente para rotular o Pe.Quevedo não como parapsicólogo, mas sim como um autor proselitista que deseja impulsionar de maneira desmedida sua ideologia católica.”

    Dr. Alfono Martinez-Taboas, membro da Parapsychological Association, em seu artigo “Uma Revisão Crítica dos livros do Pe. Quevedo”.

    “Turatti usa de recursos argumentativos já fora de moda desde a Idade Média e que são absolutamente execrados no meio acadêmico e científico. É costumeiro que ele apresente Quevedo como formado nisso, naquilo, como doutor (inclusive em maiúsculas), como se esses títulos fossem garantia de que Quevedo tivesse razão no que afirma! O argumento de autoridade é uma bobagem e algo absolutamente desnecessário, a não ser para aqueles que não podem apresentar argumentos. Doutor por doutor, eu também sou! E daí? Não concordo com Quevedo! Respeito o ser humano, mas não concordo com muitas de suas idéias! Os mais de “50 anos” de estudo não garantem que Quevedo saiba mais do que qualquer pessoa. Se assim fosse, como ficaria Quevedo frente a um espírita que estudou por mais de “60 anos”? Ora, são argumentos desprezíveis e infundados. Mas, para quem não tem argumentos… é uma saída, apesar de pouco honrosa…”

    Dr. Wellington Zangari, coorndenador do núcleo InterPsi, da PUC de São Paulo.

    *** Saiba mais em http://oespiritualismoocidental.blogspot.com/2010/03/padre-quevedo-e-luiz-roberto-turatti.html

    Gilgamesh

    segunda-feira, 21/06/2010 at 20:15

  53. Turatti, a Ciência está estudando as EQM’s e EFC’s. Ainda não há um consenso, portanto, não seja precipitado em afirmar conclusões definitivas. Existem inúmeros relatos cujas proposições biológicas e neuroquímicas para explicá-los não são consistentes. Por exemplo: Como explicar neuroquimicamente uma EFC onde o indivíduo, além de ver seu próprio corpo na maca, descreve detalhadamente todos os procedimentos cirúrgicos, as conversas, a sala, os aparelhos, a posição destes, a quantidade de profissionais, as cores e ainda relata minuciosamente fatos ocorridos fora da sala de cirurgia, que depois foram comprovados? E o que dizer quando isso ocorre com cegos de nascença? Como explicar isso tão somente através da química cerebral?
    A maioria dos cientistas estão chegando à conclusão de que a química cerebral interfere até certo ponto em alguns casos, mas o que dizer dos outros casos? Nesses outros casos, o cientista pode até entender que realmente a consciência se separou, mas como comprovar isso cientificamente?

    EQMs e EFCs:
    http://pessoas.hsw.uol.com.br/ciencia-vida-apos-morte.htm
    http://wapedia.mobi/pt/Proje%C3%A7%C3%A3o_da_consci%C3%AAncia#1.
    http://www.ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=364
    http://www.henriquefernandes.com.br/ARTIGO%20EQM%20Henrique%20Fernandes.pdf






    E tem muito mais…

    Turatti, você tem que se atualizar. Você tem que fazer uma mudança de paradigmas. Você tem que esvaziar a sua caneca.

    Não me leve a mal. Basta pesquisar.

    Gilgamesh

    segunda-feira, 21/06/2010 at 20:16

  54. Nossa! Gilgamesh, que banho de bola, hein? O irmão Turatti até fugiu…

    Esses católicos! Sempre brigando… nem parecem seguir Jesus, que era só paz e amor.

    Quando desencarnarem, os católicos perceberão seu erro e terão que correr atrás do tempo perdido. Estaremos de braços abertos para receber vocês, irmãos! Nós os ajudaremos a entender que a vida não cessa e que nosso progresso depende de nossos esforços e boas obras e não de colocarmos nossas responsabilidades nos ombros de Nosso Mestre Jesus, que já fez muito por nós e sempre faz, mas que não vai cumprir nossas tarefas por nós, senão que mérito teremos?

    De qualquer forma, independentemente da religião ou doutrina de cada um, todos concordamos que o melhor a fazer na vida é amar o próximo e praticar a caridade em todos os momentos, correto? Então estamos do mesmo lado! Cessemos a maledicência e as críticas às crenças alheias e mãos à obra! Amemo-nos uns aos outros e vivamos em caridade!

    A união, o respeito, o amor, a compreensão, o altruísmo, a indulgência e outros valores cristãos são o melhor caminho.

    A árvore é avaliada pelo fruto e o homem será julgado por sua obra…

    Para quem falou mal de Allan Kardec, que o julgue por sua obra:

    “O HOMEM DE BEM

    3. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.

    Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas.

    Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.

    Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.

    Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.

    Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa.

    O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.

    Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam.

    Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo não merece a clemência do Senhor.

    Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado.

    É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: “Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado.”

    Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal.

    Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.

    Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros.

    Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.

    Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões.

    Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.

    O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente.(Cap. XVII, nº 9.)

    Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus.

    Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz.”

    Não é esse o homem, o cristão que devemos e queremos ser? Então deixem o Kardec em paz. Ele fez a boa obra dele sem ficar criticando os outros e suas obras.

    Recorrendo aos Evangelhos:

    “Como é que vedes um argueiro no olho do
    vosso irmão, quando não vedes uma trave no
    vosso olho? – Ou, como é que dizeis ao vosso
    irmão: Deixa-me tirar um argueiro do teu olho,
    vós que tendes no vosso uma trave? – Hipócritas,
    tirai primeiro a trave do vosso olho e depois,
    então, vede como podereis tirar o argueiro do olho
    do vosso irmão.” (S. MATEUS, 7:3 a 5.)

    Acordemos, irmãos! Parem com esse negócio de “a minha religião é melhor que a tua” e vamos construir o “Reino de Deus” dentro de nós e à nossa volta! Se ficarmos brigando por causa das nossas diferenças, não chegaremos a lugar algum.

    Todos os caminhos levam a Deus!

    Saudações fraternas de um Cristão Espírita e

    Irmão em Cristo

    Irmão em Cristo

    sexta-feira, 02/07/2010 at 2:14

  55. Irmão em Cristo, primeiramente, quero dizer que concordo integralmente com tudo que você disse.
    O Turatti, simplesmente, é mais um fanático católico que tenta impor seus dogmas em detrimento do Espiritismo, e, para isso, afirma falsamente que tem respaldo cientifico para angariar alguma credibilidade. Ele mente, deturpa e lança mão de estudos, pesquisas e opiniões obsoletas. Ele está totalmente fora da atual realidade das pesquisas cientificas.
    Se você pesquisar na Internet, vai encontrar a avaliação de vários mestres e especialistas da área psi sobre o Turatti e seu mestre e ídolo, o pe. Quevedo. As avaliações deles são as piores possíveis. Simplesmente, eles repudiam ambos: Quevedo e Turatti. Os dois são execrados e ridicularizados no meio acadêmico e científico! São tidos como figuras histriônicas.
    Tudo que você postou sobre o Homem de Bem, enquadra-se perfeitamente ao perfil de Chico Xavier: Um verdadeiro cristão. Quem dera eu fosse um bilionésimo do que fora a alma magnânima de Francisco Cândido Xavier.
    Parabéns pelos teus justos comentários, Irmão em Cristo!!!

    Gilgamesh

    sexta-feira, 02/07/2010 at 23:21

  56. Irmão em Cristo, primeiramente, quero dizer que concordo integralmente com tudo que você disse.
    O Turatti, simplesmente, é mais um fanático católico que tenta impor seus dogmas em detrimento do Espiritismo, e, para isso, afirma falsamente que tem respaldo cientifico para angariar alguma credibilidade. Ele mente, deturpa e lança mão de estudos, pesquisas e opiniões obsoletas. Ele está totalmente fora da atual realidade das pesquisas cientificas.
    Se você pesquisar na Internet, vai encontrar a avaliação de vários mestres e especialistas da área psi sobre o Turatti e seu mestre e ídolo, o pe. Quevedo. As avaliações deles são as piores possíveis. Simplesmente, eles repudiam ambos: Quevedo e Turatti. Os dois são execrados e ridicularizados no meio acadêmico e científico! São tidos como figuras histriônicas.
    Tudo que você postou sobre o Homem de Bem, enquadra-se perfeitamente ao perfil de Chico Xavier: Um verdadeiro cristão. Quem dera eu fosse um bilionésimo do que fora a alma magnânima de Francisco Cândido Xavier.
    Parabéns pelos seus justos comentários, Irmão em Cristo!!!

    Gilgamesh

    sexta-feira, 02/07/2010 at 23:24

  57. Estudantes de escola rural do Ceará dizem ver e conversar com espírito

    Um fenômeno espiritual ou um surto psicótico? Os estudantes de uma escola do Ceará dizem que viram o espírito de um ex-aluno e que até conversaram com ele.

    Os jovens, que são de turmas diferentes, entraram numa espécie de transe coletivo e foram socorridos na emergência de um hospital.

    O comportamento assusta. As cenas foram registradas numa escola rural em Itatira, interior do Ceará. Desde o começo do mês, estudantes de 12 a 19 anos dizem que entram em transe durante as aulas. Elas se debatem, desmaiam e dizem que acabaram de ver o espírito de um ex-aluno que morreu há sete anos.

    “É moreno, alto, a calça dele é azul. Ele fala com a gente. Dá uma dor de cabeça bem forte, daí a gente vê um bocado de colegas caindo, a gente se sente pesada e desmaia”, conta Beatriz da Silva Nascimento, estudante.

    Após os episódios, as estudantes foram levadas para a emergência de um hospital. Em um dia 25 alunas foram atendidas. “Chegaram com um quadro de histeria, basicamente, gritando, se debatendo, exibindo um grau de agressividade”, revela o médico Pedro Thiago da Frota.

    Alunos e professores se recusam a voltar para a escola e as aulas foram suspensas.

    O padre, que também é parapsicólogo, fez uma palestra para explicar aos alunos o que vem acontecendo. Para ele o fenômeno nada mais é do que uma histeria coletiva. “De repente uma surtou. Quando uma surta, isso contagia as outras garotas. O que se passou com estas sete jovens que eu tive acompanhando pessoalmente foi nada mais do que um fenômeno emocional”, garante Hélio Correia de Freitas.

    A histeria coletiva tem uma explicação científica. “Estes fenômenos acontecem em contextos onde tem muita tensão, muita preocupação, muito sentimento não-verbalizado. Aquilo que é crença, já em um estado de tensão muito forte, ela incorpora aquilo e ela faz parte da história, ela se inclui na história”, explica Adalberto Barreto, psiquiatra.

    Fonte: JORNAL HOJE, Rede Globo de Televisão, Edição do dia 14/06/2010. Assista ao vídeo clicando no link: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/06/estudantes-de-escola-rural-do-ceara-dizem-ver-e-conversar-com-espirito.html.

    Luiz Roberto Turatti

    domingo, 01/08/2010 at 18:57

  58. Existe um excelente livro sobre religião, que aborda o assunto de forma séria, coerente e sem proselitismos. Todo baseado em minuciosa e isenta pesquisa. Acesse: http://www.clubedeautores.com.br/book/27985–QUIMERA

    Gilgamesh

    terça-feira, 17/08/2010 at 23:35

  59. “Existe um excelente” site “sobre” Parapsicologia (a Ciência que estuda o incomum, o misterioso), “que aborda o assunto de forma séria, coerente e sem proselitismos. Todo baseado em minuciosa e isenta pesquisa. Acesse:” http://www.clap.org.br

    Luiz Roberto Turatti

    domingo, 05/09/2010 at 12:15

  60. “O diálogo com quem já foi para outro mundo é uma das bases do espiritismo, religião que tem origem na França do século XIX, mas floresceu unicamente no Brasil.”

    “Não há rebanhos espíritas significativos em nenhum outro lugar do planeta — a não ser em países com grande concentração de imigrantes brasileiros, como o Japão e os Estados Unidos. Em seu país de origem (França), o espiritismo é confundido com bruxaria.”

    Trechos da reportagem “O Brasil esotérico”.

    Fonte: Veja/Especial, Edição 2182, 15/09/2010, páginas 134/144.

    Luiz Roberto Turatti

    sexta-feira, 17/09/2010 at 10:38

  61. “‘O espiritismo atrai muitos praticantes católicos no Brasil por não se apresentar como uma religião concorrente, que exige um rompimento com a Igreja Católica, por ter poucos dogmas e nenhuma hierarquia’, diz o sociólogo Antônio Flávio Pierucci, especialista em religiões da Universidade de São Paulo.”

    “O espiritismo foi codificado em 1857 pelo pedagogo Hippolyte Léon Denizard Rivail, vulgo Allan Kardec. Na França, Kardec é considerado um pensador de pouca impotância por não ter dado nenhuma contribuição à história da filosofia. No Brasil, suas teorias encontraram terreno fértil numa sociedade habituada a conviver com a crença nos espíritos e na reencarnação.”

    Trechos da reportagem “O Brasil esotérico”.

    Fonte: Veja/Especial, Edição 2182, 15/09/2010, páginas 134/144.

    Luiz Roberto Turatti

    sábado, 18/09/2010 at 12:20


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